O reality show de influenciadores Viih Tube e Eliezer, envolvendo empregados da equipe, desencadeou uma investigação trabalhista no Brasil. A produção é alvo de questionamentos sobre condições de trabalho e contratação, segundo informações disponíveis. A repercussão ganhou força após críticas públicas.
Participantes do episódio incluem Viih Tube, Eliezer e as pessoas que atuavam na residência onde o projeto foi gravado. Entre as envolvidas, está Ediléia Santana, conhecida como Leinha, governanta da casa, que divulgou vídeos nas redes com colegas de trabalho para defender o posicionamento da equipe. Elas afirmaram que nenhuma funcionária foi obrigada a participar do programa.
Viih Tube comentou ter previsto a possibilidade de abertura de uma apuração pelo Ministério Público do Trabalho. A influencer ressaltou que o objetivo do projeto era provocar debate sobre a proposta de redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1, tema em apreciação no Congresso Nacional. Segundo ela, os trabalhadores convidados assinaram contratos de produção audiovisual e receberam remuneração correspondente à participação.
Repercussão e posição institucional
Em meio à controvérsia, o Tribunal Superior do Trabalho publicou nas redes uma mensagem sobre assédio moral no ambiente laboral, sem mencionar o reality específico. A peça afirma que humilhação não é entretenimento e enfatiza que trabalhadores têm direito a um ambiente digno, com menção a proteção da dignidade no trabalho.
A divulgação do TST reforça a percepção de que questões de tratamento adequado podem estar associadas ao caso, ampliando o escrutínio sobre as condições de remuneração, contrato e consentimento dos participantes. As informações indicam que autoridades ligadas a direitos trabalhistas acompanham o desenrolar da situação.
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