Lady Gaga fará um show no Rio de Janeiro no dia 3 de maio, após sua apresentação no Festival Coachella, onde teve problemas de som. Ela comentou que, pelo menos, as pessoas sabem que canta ao vivo. No Brasil, o ministro Gilmar Mendes criticou um projeto de anistia, dizendo que ele visa beneficiar os responsáveis por um golpe. Jean Paul Prates, ex-presidente da Petrobras, afirmou que o maior inimigo do governo é o próprio governo. Na Venezuela, María Corina Machado pediu a Lula que ajude a democracia no país, afirmando que ele pode fazer mais. Além disso, Luana Piovani atacou Cauã Reymond, dizendo que ele não vale a pena e incentivando as mulheres a não se deixarem levar por sua aparência.
Lady Gaga se apresenta no Rio de Janeiro em maio
A cantora Lady Gaga fará um show no Rio de Janeiro no dia 3 de maio. A apresentação ocorre após sua performance no Festival Coachella, onde enfrentou problemas de som. Em resposta, Gaga comentou: “Pelo menos sabem que canto ao vivo.”
No cenário político, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, criticou um projeto de anistia, afirmando que “esse projeto só tem impulso com o objetivo de beneficiar os mentores da trama golpista.” O ex-presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, também se manifestou, destacando que “o maior inimigo do governo é o próprio governo.”
A situação na Venezuela continua tensa. A líder da oposição, María Corina Machado, fez um apelo ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmando que “Lula poderia fazer muito mais pela democracia na Venezuela, a hora de agir é agora.”
Em outras notícias, a atriz Luana Piovani criticou o ator Cauã Reymond, sugerindo que ele não vale a pena. Piovani declarou: “Bora mulherada! Bora parar de ser vítima de fuça bonita.”
Esses eventos refletem um momento agitado tanto na música quanto na política da América Latina.
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