- Adil Pimenta, ex-jogador de futebol, reflete sobre sua trajetória de superação aos 60 anos, após um acidente que o deixou tetraplégico em 2000.
- O acidente ocorreu em setembro de 2000, quando seu carro colidiu com uma árvore, resultando em lesões nas vértebras C5 e C6.
- Adil passou meses internado e, ao sair do hospital, enfrentou a nova realidade de sua condição.
- Ele lançou um livro em 2021, onde compartilha sua história de resiliência e a importância do apoio familiar.
- Atualmente, Adil atua como dirigente em clubes de futebol e busca inspirar outros com sua experiência.
Adil Pimenta, ex-jogador de futebol, reflete sobre sua trajetória de superação aos 60 anos, após um grave acidente que o deixou tetraplégico em 2000. O ex-meia, que brilhou em clubes como Cruzeiro, Bahia e Corinthians, lançou um livro em 2021, onde compartilha sua história de resiliência.
Em setembro de 2000, Adil sofreu um acidente automobilístico que mudou sua vida. Ele estava a caminho de Belo Horizonte quando o carro perdeu o controle e colidiu com uma árvore. Com lesões nas vértebras C5 e C6, o ex-atleta ficou internado por meses e, ao sair do hospital, enfrentou a dura realidade de sua nova condição. “Eu chorei muito ao perceber que estava tetraplégico”, relembra.
A recuperação de Adil foi marcada por tratamentos em São Paulo e Juiz de Fora, além de sessões de ecoterapia. Com determinação, ele passou da cadeira de rodas para o andador e, posteriormente, para muletas. “A vontade de se recuperar deve vir de você”, enfatiza, destacando a importância do apoio familiar e profissional.
Adil, que começou sua carreira no America-RJ, teve passagens marcantes pela Portuguesa e Corinthians, onde conquistou títulos importantes. Ele recorda a chegada ao Timão com a famosa sirene do Parque São Jorge e momentos icônicos, como o gol que encerrou uma edição do Jornal Nacional, conhecido como “gol desmancha-prazeres”.
Atualmente, Adil atua como dirigente em clubes de futebol e continua a inspirar outros com sua história. “Deus me deu a oportunidade de estar vivo. Procuro transmitir que nem tudo está perdido”, conclui, mostrando que, apesar das limitações, vive com gratidão e alegria.
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