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Verão intenso revela o amor sem sexo em novas relações afetivas

Linda Lee Thomas e Cole Porter viveram um amor platônico que superou tragédias e moldou a alta sociedade americana do século XX.

Cinta Arribas (Foto: Reprodução)
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  • Linda Lee Thomas foi uma figura importante da alta sociedade americana e casou-se em 1919 com o compositor Cole Porter.
  • O relacionamento deles era platônico, mas havia uma forte conexão emocional e uma vida social ativa.
  • Edward Russell Thomas, ex-marido de Linda, foi o primeiro motorista a causar um atropelamento mortal nos Estados Unidos, o que impactou sua vida.
  • Após o divórcio, Linda se mudou para Paris e conheceu Porter, com quem viveu momentos de luxo e festas na década de 1920.
  • Linda faleceu aos setenta anos, e a morte dela deixou Porter devastado, levando-o a uma profunda depressão até sua morte uma década depois.

Linda Lee Thomas e Cole Porter: Uma Conexão Platônica e Trágica

Linda Lee Thomas, uma das figuras mais icônicas da alta sociedade americana, casou-se em 1919 com o renomado compositor Cole Porter. O relacionamento, embora platônico, foi marcado por uma profunda conexão emocional e uma vida social vibrante. Linda, que se divorciou de Edward Russell Thomas, um milionário envolvido em um trágico acidente de trânsito, encontrou em Porter um parceiro que a introduziu em círculos ainda mais exclusivos.

O Acidente que Mudou Vidas

Edward Russell Thomas, conhecido por ser o primeiro motorista a causar um atropelamento mortal nos Estados Unidos, teve um impacto duradouro na vida de Linda. O acidente, que resultou na morte de um menino de sete anos, deixou marcas profundas em sua vida pessoal. Após o divórcio em 1912, Linda se mudou para Paris, onde conheceu Porter, um homem talentoso e carismático, que se tornaria o amor de sua vida.

Uma Vida de Luxo e Música

O casal se destacou na década de 1920, frequentando festas luxuosas e viajando por destinos exóticos. Durante os verões, eram vistos na Riviera Francesa e em Veneza, cercados por nobres e artistas. Porter, que compôs mais de mil canções, encontrou em Linda uma companheira que o apoiava em sua carreira e o protegia da homofobia da época. Juntos, eles criaram um ambiente social vibrante, repleto de festas memoráveis e uma vida de excessos.

A Perda e o Legado

Linda Lee Thomas faleceu aos setenta anos, vítima de um enfisema, e sua morte deixou Porter devastado. Apesar da natureza platônica do casamento, a conexão entre eles era inegável. Para Porter, Linda foi um refúgio em tempos difíceis, e sua ausência mergulhou-o em uma profunda depressão. Ele morreu uma década depois, sendo enterrado ao lado dela em Indiana, simbolizando um amor que, embora não convencional, foi duradouro e significativo.

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