- Ex-funcionária Angelica Vasquez ingressou com ação trabalhista nos Estados Unidos, envolvendo Kylie Jenner e as empresas Kylie Jenner, Inc., Tri Star Services LLC e La Maison Family Services LLC, entre outras rés não identificadas.
- A denúncia cita assédio moral, discriminação e supostas violações trabalhistas no ambiente ligado à empresária.
- Angelica diz ter começado a trabalhar em setembro de 2024, inicialmente em Beverly Hills e depois na residência em Hidden Hills, Califórnia.
- Segundo o processo, houve hostilidade, exclusão e assédio constante, com tarefas mais difíceis delegadas a ela, insultos e falas degradantes, além de discriminação por sotaque e origem.
- A ação ainda questiona pagamentos de horas extras, intervalos para refeição e descanso, e pede julgamento com júri; Kylie Jenner não se pronunciou até o momento.
Kylie Jenner, empresária e influenciadora, é citada em uma ação trabalhista movida por uma ex-funcionária. A denúncia envolve assédio moral, discriminação e supostas violações de direitos trabalhistas ligados à equipe que atuava em suas propriedades na Califórnia. O caso tramita nos Estados Unidos.
A ré é a própria Jenner, associada às empresas Kylie Jenner, Inc., Tri Star Services LLC, La Maison Family Services LLC e demais réus não identificados. A autora é Angelica Vasquez, cuja idade não foi divulgada. A ação foi apresentada neste ano de 2024, conforme documentos.
Segundo o processo, Angelica começou a trabalhar em setembro de 2024, inicialmente na residência da estrela em Beverly Hills e depois transferida para a casa em Hidden Hills, Califórnia. A ex-funcionária afirma ter enfrentado ambiente de trabalho hostil.
De acordo com as alegações, atividades mais difíceis eram delegadas a Angelica, enquanto supervisores supostamente a chamavam com gestos e gritavam. A ação também cita supostos erros atribuídos de forma injusta, de modo humilhante.
O documento registra ainda supostas declarações discriminatórias, com referências a condições de imigrante. Angelica, natural de El Salvador e católica praticante, diz ter sido ridicularizada pelo sotaque e tratada como inferior.
A petição contesta pedidos salariais, incluindo horas extras, e aponta falta de intervalos para alimentação e descanso. A autora afirma ter apresentado diversas queixas internas, que teriam sido ignoradas ou minimizadas.
A ex-funcionária pediu julgamento com júri. Até o momento, Kylie Jenner não comentou publicamente as acusações. As informações disponíveis são baseadas nos autos do processo e em reportagem da Us Weekly.
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