- Suzana Alves, famosa pela Tiazinha nos anos noventa, disse que se arrepende da nudez da personagem.
- Ela deixou de interpretar a Tiazinha em 2002 e afirmou que o arrependimento não é sofrimento, apenas não concorda com a exposição.
- O convite para a atriz participar do programa veio durante dificuldade financeira; ela recusou inicialmente, aceitando apenas após nova insistência e chegou a usar máscara para reduzir a vergonha.
- Depois da saída, Suzana se formou em jornalismo, casou-se com o tenista Flávio Saretta e teve o filho Benjamin; o casal ficou junto de 2010 a 2025.
- Atualmente, ela divulga o livro Por Trás da Máscara – 21 dias de cura para você encontrar sua verdadeira identidade e a fé evangélica.
Suzana Alves revelou em entrevista que se arrepende da nudez associada à personagem Tiazinha, criada nos anos 1990. A atriz e empresária deixou de interpretar a personagem em 2002, após conquistar sucesso na televisão brasileira. O relato ocorreu durante a participação no programa The Noite com Danilo Gentili, ao exibir lembranças da época.
Ela explicou que a exposição do nu lhe trouxe desconforto e reconheceu que não foi um arrependimento imediato, mas uma percepção que surgiu com o tempo. A artista admitiu ter aceitado o papel no início por necessidade financeira, já que estava endividada, e chegou a recusar antes de aceitar a proposta.
Contexto e desdobramentos
Para reduzir o desconforto, foi cogitada a utilização de uma máscara durante a performance, uma solução que acabou ganhando força após a insistência da produção. Na época, Alves explicou que só aceitava seguir em frente com a proposta ao menos para custear a faculdade, condicionando a participação a esse recurso.
Após deixar a Tiazinha, Suzana Alves seguiu outros caminhos profissionais, formou-se em jornalismo e chegou a casar com o tenista Flávio Saretta, com quem teve o filho Benjamin. O relacionamento durou até meados de 2025.
Atualmente, a empresária anunciou o lançamento do livro Por Trás da Máscara – 21 dias de cura para encontrar a verdadeira identidade. O material também aborda a fé evangélica que passou a orientar sua vida.
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