- Thales Bretas participou da estreia VIP do musical Meu Filho é um Musical, no Teatro Multiplan, no Rio de Janeiro, em 2 de junho de 2026, falando sobre Paulo Gustavo.
- O espetáculo, idealizado pela mãe Déa Lúcia e pela irmã Ju Amaral, revisita a trajetória do humorista desde a infância em Niterói até a consagração nacional.
- Thales ressaltou que Paulo Gustavo foi símbolo de representatividade e transformação social, inspirando gerações LGBT e famílias homoafetivas.
- Os filhos Gael e Romeu, de 6 anos, devem assistir a uma sessão matinê do musical; eles já conhecem as iniciativas de memória do pai.
- Thales destacou o luto, a memória e a continuidade afetiva, reforçando o orgulho como pai e o papel da arte na transformação.
O músico-ator Paulo Gustavo continua presente na memória do público e da família, mais de quatro anos após a sua morte. Nesta terça-feira (2), durante a estreia VIP do musical Meu Filho é um Musical, no Teatro Multiplan, no Rio de Janeiro, Thales Bretas relembrou o impacto do humorista e o modo como planeja apresentar esse universo aos filhos do casal, Gael e Romeu, de 6 anos.
O espetáculo foi idealizado por Déa Lúcia e Ju Amaral, mãe e irmã de Paulo Gustavo. A montagem revisita momentos marcantes da trajetória do comediante, indo da infância em Niterói até a consolidação na televisão, no cinema e nos palcos.
Legado e representatividade
Durante o encontro, Bretas ressaltou que Paulo Gustavo ultrapassou a função de humorista e se tornou símbolo de representatividade, afeto e transformação social. A memória do artista inspira diversas gerações, incluindo pessoas do meio LGBT e famílias homoafetivas, segundo ele.
A fala de Bretas destacou ainda a capacidade do humor de transformar experiências pessoais em conexão com o público, especialmente ao tratar de perdas, desafios familiares e temas cotidianos.
Planos para os filhos
O pai atualizou que pretende levar Gael e Romeu a sessões matinais do musical, mantendo a rotina das crianças. Ele explicou que as sessões diurnas devem facilitar a participação sem prejudicar o sono das crianças.
Os meninos já acompanham as iniciativas ligadas à memória de Paulo Gustavo e demonstram curiosidade em ver a avó Déa em cena, já que ela também participa do projeto, segundo Bretas.
Memória, luto e continuidade
Desde o falecimento de Paulo Gustavo, em 2021, vítima da Covid-19 aos 42 anos, Bretas tem compartilhado lembranças, homenagens e reflexões sobre parentalidade e reconstrução emocional. A obra e a memória do humorista ajudam a manter vivo o vínculo com o público e com os filhos.
Especialistas costumam indicar que manter viva a memória de alguém querido pode favorecer a elaboração emocional, especialmente quando há filhos no processo. A família trabalha, assim, para que a continuidade da vida seja marcada pela arte e pela convivência cotidiana.
Entre na conversa da comunidade