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Xuxa rebate ex-Paquita sobre cachês

Xuxa confirma que cachês das Paquitas eram deduzidos de seu dinheiro; Baroni aponta ganhos modestos e gestão financeira pela equipe

Xuxa rebate ex-Paquita em assunto ligado a cachês
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  • Juliana Baroni revelou que, entre 1990 e 1995, as Paquitas recebiam cerca de 200 reais por show, bem menos que Xuxa, que ganhava entre 80 mil e 100 mil.
  • Apesar do cachê, a soma das atividades (shows, filmes, discos e salários na Globo) não garantiu riqueza nem patrimônio para as Paquitas.
  • Baroni disse que havia muito trabalho, mas o pagamento não crescia na mesma medida que a visibilidade da equipe.
  • Ela foi uma das poucas Paquitas a conseguir poupar dinheiro, devido à boa gestão financeira da mãe.
  • Xuxa confirmou publicamente que os cachês eram deduzidos de seu dinheiro e indicou Marlene Mattos como responsável pela administração financeira.

Entre 1990 e 1995, as Paquitas viveram uma fase marcada por aparições, gravações e shows, mas os bastidores financeiros já geravam dúvidas sobre a distribuição de rendimentos. Juliana Baroni, uma das integrantes, abriu o jogo ao falar sobre cachês e a realidade econômica da época.

Em entrevista ao podcast Os Bastidores de Tudo, Baroni detalhou que, apesar de a equipe atuar em várias frentes, os ganhos eram modestos. Ela comparou os cachês recebidos pelas Paquitas com os valores pagos a Xuxa, destacando uma diferença significativa.

A ex-Paquita afirmou que, mesmo com participação em shows, filmes e discos, os pagamentos não garantiam riqueza nem patrimônio. Ela ressaltou que o conjunto de salários somava uma quantia considerável, mas não suficiente para moradia ou poupança de longo prazo.

Xuxa confirma versão sobre gestão de cachês

A repercussão foi rápida e houve confirmação pública de Xuxa Meneghel. A apresentadora informou que o cachê das Paquitas era descontado de seus próprios recursos, sem controle direto sobre a administração. Marlene Mattos era citada como responsável pela gestão financeira.

Segundo Xuxa, os valores eram geridos pela equipe financeira da época, com a própria estrutura de custos ligada ao orçamento da carreira, e não a fontes externas. A afirmação endossa a narrativa de Baroni sobre a diferença de remuneração entre a artista principal e o elenco de apoio.

Baroni integrava o grupo entre 1990 e 1995. Ela também mencionou que sua mãe, na gestão financeira, ajudou a poupar dinheiro, destacando a importância de planejamento mesmo diante de uma rotina intensa de trabalho.

A discussão sobre cachês das Paquitas revela, segundo as falas, dinâmicas de poder presentes nos bastidores da indústria do entretenimento. O caso ilumina como a distribuição de recursos moldou trajetórias no ápice da fama brasileira.

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