- O juiz determinou que Justin Baldoni deve pagar as custas legais de Blake Lively, mas ela não tem direito a danos adicionais.
- A decisão ocorreu após o acordo entre as partes em início de maio, antes do julgamento, sem compensação financeira para ambas as partes.
- A lei de Ações de Difamação Tecnologicamente Potencializadas da Califórnia foi citada, mas o tribunal concluiu que ela não contorna regras processuais federais para conceder danos compensatórios ou punitivos.
- O tribunal negou a moção de Lively por danos triplicados e punitivos, alegando não haver evidência de malícia por parte de Baldoni ou da Wayfarer Studios.
- O countersuit de Baldoni, de cerca de 400 milhões de dólares, foi judicialmente rejeitado em junho de 2025; acusações de assédio de Lively contra Baldoni foram retiradas pelo juiz em abril.
Justin Baldoni deverá arcar com as custas legais de Blake Lively, sem que haja direito a novas indenizações relacionadas ao encerramento da ação de difamação de Baldoni contra a ex-colega de It Ends With Us. A decisão foi anunciada nesta sexta-feira por um tribunal dos EUA.
O litígio envolveu acusações de ambiente de trabalho tóxico e discriminatório na produção de It Ends With Us. Lively acusou Baldoni e a Wayfarer Studios, de promoverem condutas inadequadas; Baldoni apresentou uma countersuit de US$ 400 milhões, que foi rejeitada em 2025.
O caso havia sido resolvido em início de maio, com acordo entre as partes que não envolveu pagamento de compensação para ambas as partes. Ainda assim, as advogadas de Lively mantiveram a posição de buscar danos e custas relacionadas ao fim da ação de Baldoni.
Decisão judicial e fundamentação
A corte avaliou a aplicação da California Weaponized Defamation Lawsuits Act, que permite certos tipos de reparação diante de ações de difamação consideradas maliciosas. Segundo o juiz, a lei não contorna importantes regras processuais federais dedicadas à proteção das partes.
O juiz Lewis Liman explicou que a exceção prevista pela norma é restrita a tipos específicos de alívio, não incluindo danos compensatórios ou punitivos. Não houve evidências de malícia por parte de Baldoni ou da produção Wayfarer.
Representantes de Baldoni e Lively não comentaram imediatamente a decisão ao Rolling Stone. A cobertura do caso segue para avaliação de eventuais recursos ou novas medidas relacionadas ao desfecho processual.
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