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Queijo artesanal de Minas Gerais ganha destaque nas redes sociais após incidente inusitado

Queijos artesanais ganham destaque no Brasil com histórias de sucesso, reconhecimento da Unesco e inovações que encantam o paladar.

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Ana Cristina Miranda ficou famosa nas redes sociais depois de perder um queijo em Serro, Minas Gerais. O queijo é feito por Grizielle Campos, que vem de uma família que produz queijo Minas há cinco gerações. O negócio dela começou com um investimento de R$ 90 mil e, em 2024, foi reconhecido pela Unesco como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. Os queijos são vendidos a partir de R$ 45 por quilo.

O Brasil é o quarto maior produtor de queijo do mundo, com uma produção anual de um milhão de toneladas, segundo a Embrapa. Paulo Lemos e Yentl Delanhesi mudaram suas vidas ao comprar uma fazenda em São Luís do Paraitinga, onde começaram a fazer queijos artesanais. Eles investiram R$ 400 mil e agora faturam mais de R$ 100 mil por mês, usando leite não pasteurizado e maturando os queijos em cavernas.

No Paraná, Márcia Seibert encontrou sucesso ao produzir queijos finos, começando seu negócio durante a greve dos caminhoneiros em 2019. Com um investimento de R$ 1 milhão, seus queijos custam entre R$ 49,90 e R$ 180,00 o quilo e já ganharam mais de dez prêmios. Ela começou com o Gouda e hoje faz dez tipos diferentes de queijos.

Cerca de 20% da produção de queijo no Brasil é artesanal, e muitos produtores buscam métodos tradicionais e inovadores para valorizar a origem dos produtos.

Ana Cristina Miranda ganhou destaque nas redes sociais após perder um queijo durante uma excursão em Serro, Minas Gerais. O queijo em questão é produzido por Grizielle Campos, que representa a quinta geração de sua família na produção artesanal de queijo Minas. Com um investimento inicial de R$ 90 mil, a produção foi reconhecida pela Unesco em 2024 como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. Os queijos são vendidos a partir de R$ 45 por quilo.

O Brasil ocupa a quarta posição mundial na produção de queijo, com uma produção anual de um milhão de toneladas, conforme dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Entre os produtores, Paulo Lemos e Yentl Delanhesi se destacam ao transformar uma fazenda em São Luís do Paraitinga em um negócio de queijos artesanais. Com um investimento de R$ 400 mil, eles faturam mais de R$ 100 mil por mês, oferecendo queijos feitos com leite não pasteurizado e maturados em cavernas.

No Paraná, Márcia Seibert encontrou sucesso na produção de queijos finos, iniciando seu negócio durante a greve dos caminhoneiros em 2019. Com um investimento de R$ 1 milhão, seus queijos variam de R$ 49,90 a R$ 180,00 o quilo e já conquistaram mais de dez prêmios nacionais e internacionais. Ela começou com o Gouda e hoje produz dez tipos diferentes de queijos.

Cerca de 20% da produção de queijo no Brasil é artesanal, segundo a Associação Brasileira de Queijos Artesanais. O foco de muitos produtores é utilizar métodos tradicionais e inovadores, valorizando a origem dos produtos e a experiência do consumidor.

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