O Qatar escolheu Lina Ghotmeh como arquiteta do seu Pavilhão na Biennale de Veneza. Essa estrutura será a terceira permanente no Giardini em 50 anos e tem como objetivo conectar arquitetura, natureza e comunidades. Ghotmeh, da firma Lina Ghotmeh — Architecture, descreve seu estilo como uma “Arqueologia do Futuro”, que mistura inovação com referências históricas. A escolha dela foi feita por um painel internacional que incluiu arquitetos renomados. O Pavilhão será administrado pelo Qatar Museums e uma estrutura temporária será aberta no próximo mês durante a Biennale de Arquitetura. Além do Pavilhão do Qatar, Ghotmeh está trabalhando em outros projetos importantes, como o Museu de Arte Contemporânea de AlUla, na Arábia Saudita, que deve ser inaugurado em 2032.
O Qatar selecionou Lina Ghotmeh como arquiteta do Pavilhão do Qatar na Biennale de Veneza. A estrutura, que será a terceira permanente no Giardini em 50 anos, visa promover a conexão entre arquitetura, natureza e comunidades. A data de conclusão ainda não foi definida.
Ghotmeh, da firma Lina Ghotmeh — Architecture, descreve sua filosofia de design como uma “Arqueologia do Futuro”, que combina inovação com uma forte ligação à história e materialidade. A arquiteta busca criar um espaço que funcione como um palimpsesto, onde passado, presente e futuro coexistem.
A escolha de Ghotmeh foi feita por um painel internacional que incluiu nomes como Rem Koolhaas e Alejandro Aravena. Segundo a presidente do Qatar Museums, Sheikha Al Mayassa bint Hamad bin Khalifa Al Thani, seu trabalho inspira públicos diversos e reflete a visão do Qatar como um centro cultural.
O Pavilhão do Qatar será gerido pelo Qatar Museums e abrirá uma estrutura temporária no próximo mês, durante a Biennale de Arquitetura. Ghotmeh também está envolvida em projetos como o Museu de Arte Contemporânea de AlUla, na Arábia Saudita, previsto para 2032.
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