A Trienal de Arquitectura de Lisboa anunciou os 20 ateliês escolhidos para o Prêmio Début 2025, que valoriza novas práticas na arquitetura. Foram recebidas 75 inscrições de 28 países, mostrando a diversidade da competição, que é destinada a profissionais com até 40 anos. Um júri avaliou as propostas, que devem focar na criação de espaços que melhorem a vida das pessoas. Os cinco finalistas serão revelados em maio e, pela primeira vez, as equipes farão apresentações públicas durante o evento. Na edição anterior, em 2022, o ateliê Vão foi o vencedor, conhecido por seus projetos inovadores. Nesta edição, também será entregue um novo troféu, criado por Álvaro Siza Vieira, feito de sobras de mármore de Estremoz, simbolizando a ligação da arquitetura com a pedra.
A Trienal de Arquitectura de Lisboa anunciou os 20 ateliês selecionados para o Prêmio Début 2025, que reconhece práticas emergentes na arquitetura. A iniciativa recebeu 75 candidaturas de 28 países, destacando a diversidade global da premiação. O prêmio é voltado para profissionais com até 40 anos e aceita propostas por inscrição direta ou indicação de especialistas.
O júri, composto por Inês Lobo, Lígia Nobre, Samia Henni, Sandi Hilal e Yuma Shinohara, avaliou as propostas, que refletem um compromisso com “a criação de espaços para a vida”. As propostas foram selecionadas em três etapas: uma shortlist de 20 nomes, cinco finalistas e a escolha do vencedor. Os cinco finalistas serão anunciados em maio.
Pela primeira vez, as equipes participarão de apresentações públicas durante a programação da Trienal 2025. Na edição anterior, em 2022, o escritório Vão foi o vencedor, destacando-se por uma prática transdisciplinar. Entre seus projetos estão a Sede de uma Fábrica de Blocos e a Casa São José do Barreiro.
Uma novidade simbólica nesta edição é o novo troféu do Prêmio Début, desenhado por Álvaro Siza Vieira. Produzido a partir de sobras de mármore de Estremoz, o troféu articula matéria bruta e geometria, evocando a origem da arquitetura a partir da pedra.
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