As uvas criollas, que surgiram na Argentina a partir do cruzamento de uvas europeias, eram usadas para fazer vinhos baratos, mas agora estão se tornando populares entre novos produtores. Uma feira de vinhos chamada Tomá Criolla acontecerá em Buenos Aires no dia 25 de maio, onde mais de 40 projetos e 99 rótulos de diferentes regiões argentinas serão apresentados, mostrando a valorização dessas uvas. Existem mais de 40 variedades de uvas criollas na Argentina, que são resistentes e podem produzir vinhos elegantes se bem cuidadas. Algumas dessas uvas são a criolla chica, a criolla grande e a torrontés. Vinhos feitos com essas uvas estão começando a ser importados para o Brasil e têm ganhado destaque por suas características únicas.
Os amantes do vinho têm um motivo especial para comemorar. A feira de vinhos Tomá Criolla ocorrerá no dia 25 de maio em Buenos Aires, reunindo mais de 40 projetos e 99 rótulos de diferentes regiões argentinas. O evento destaca a crescente valorização das uvas criollas, que, até recentemente, eram utilizadas apenas na produção de vinhos de baixo custo.
As uvas criollas, originárias da Argentina, surgiram a partir do cruzamento de cepas europeias trazidas pelos colonizadores. Historicamente relegadas, essas variedades estão ganhando espaço entre novos produtores desde o início da década passada. A feira será realizada no restaurante Lardito e promete apresentar vinhos de locais como os Vales dos Calchaquies e Chubut, na Patagônia.
Estima-se que existam mais de 40 variedades de uvas criollas na Argentina, incluindo tintas, rosadas e brancas. As mais conhecidas são a criolla chica, a criolla grande, a rosada cereza, além das brancas pedro gimenez e torrontés. Essas variedades são reconhecidas por sua resistência a condições climáticas adversas e, quando bem cuidadas, podem resultar em vinhos de alta qualidade.
O enólogo Sebastian Zuccardi é um dos defensores das criollas, com seu projeto Cara Sur focado nas variedades nativas. A feira Tomá Criolla não apenas celebra a diversidade das uvas argentinas, mas também reflete uma mudança na percepção do mercado, onde vinhos feitos com essas uvas estão se tornando cada vez mais apreciados.
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