Ajo fino é uma variedade de alho que vem de Chinchón, na Espanha, e estava em risco de extinção. A chef Miriam Hernández, que trabalha no restaurante La Casa del Pregonero, decidiu cultivá-lo para preservar essa tradição. Ela cresceu vendo seus avós plantarem ajo fino e seus pais o usarem na cozinha. Quando se tornou chef, percebeu que era difícil encontrar esse alho, então começou a cultivá-lo. O cultivo é trabalhoso e a produção é menor do que outras variedades, mas o sabor é único e vale a pena. Na sua versão da sopa de alho, ela adiciona bacon e presunto, além de temperos e outros ingredientes, criando um prato reconfortante que representa a herança culinária da Espanha.
A chef Miriam Hernández, do restaurante La Casa del Pregonero, em Chinchón, na Espanha, iniciou o cultivo do ajo fino, uma variedade de alho local que estava em risco de extinção. Essa ação visa preservar a tradição gastronômica da região, onde o alho é um ingrediente essencial.
O ajo fino, conhecido por seus pequenos dentes, é parte da herança culinária de Chinchón. Miriam cresceu observando seus avós cultivarem essa variedade e seus pais a utilizarem em receitas familiares. Ao se tornar chef, ela enfrentou dificuldades para encontrar o alho e decidiu cultivá-lo pessoalmente.
O cultivo do ajo fino é trabalhoso e apresenta uma produtividade inferior em comparação a outras variedades. No entanto, a chef destaca que seu sabor distinto compensa o esforço. Em uma entrevista, a atriz Eva Longoria comentou sobre a intensidade do alho, afirmando que “quando eu provei, foi como um soco na cara”.
Preservação da Gastronomia Local
Na cozinha de Hernández, o ajo fino é a base da tradicional sopa de alho. Este prato, que remonta a uma refeição simples de alho, azeite e pão, evoluiu ao longo do tempo, incorporando ingredientes como carne e ovos. A versão da chef inclui bacon e presunto, além de uma mistura de especiarias e carne que marinam por uma semana antes de serem cozidas.
A chef enfatiza a importância do ajo fino como um símbolo da identidade culinária espanhola. “Se perdemos nossa identidade, perdemos tudo”, afirma. A preservação dessa variedade de alho é, portanto, uma forma de manter viva a cultura gastronômica de Chinchón e da Espanha como um todo.
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