Uma nova estufa bioclimática chamada Qanopée foi inaugurada em Blancs-Coteaux, na França, com um investimento de 8 milhões de euros. O objetivo é proteger mudas de uvas e ajudar na produção sustentável diante das mudanças climáticas. A estufa tem 4.500 metros quadrados e oferece um ambiente controlado para as plantas, ajudando a evitar doenças e pragas que se tornaram mais comuns com o aquecimento global. O diretor de qualidade do Comitê Champagne, Sébastien Debuisson, mencionou que a estufa protege as vinhas de eventos climáticos extremos e acelera a produção de variedades tradicionais, como gamay, pinot noir e chardonnay. A gerente da estufa, Célia Borrégo, explicou que o sistema permite agir rapidamente contra doenças, substituindo plantas afetadas sem prejudicar o restante do cultivo. O acesso à estufa é controlado para garantir a segurança das mudas. Os primeiros lotes de mudas devem estar prontos para os viveiristas em 2027, e essa iniciativa se junta a outras já em andamento, como uma estufa em Bordeaux, ajudando a vitivinicultura francesa a se adaptar às novas condições climáticas.
Uma estufa bioclimática foi inaugurada em Blancs-Coteaux, na região de Champagne, França, com um investimento de 8 milhões de euros. O projeto, denominado Qanopée, visa proteger mudas de uvas e assegurar a sustentabilidade das vinhas diante das mudanças climáticas.
Com 4.500 metros quadrados, a estufa abriga mudas estratégicas em um ambiente controlado, oferecendo condições ideais de temperatura, umidade e irrigação. O financiamento é majoritariamente público e envolve as regiões vitivinícolas de Champagne, Beaujolais e Borgonha. Segundo o jornal francês Le Figaro, a estrutura protege as plantas de parasitas e doenças, que têm se intensificado devido ao aquecimento global.
Proteção e Sustentabilidade
O diretor de qualidade e desenvolvimento sustentável do Comitê Champagne, Sébastien Debuisson, destacou que as vinhas estavam expostas a novos bioagressores. A nova estufa não apenas protege contra eventos climáticos extremos, como secas e granizo, mas também acelera a produção de variedades tradicionais, como gamay, pinot noir e chardonnay, além de novas cepas resistentes.
A gerente da estufa, Célia Borrégo, afirmou que o sistema permite uma resposta rápida a doenças, com a possibilidade de substituir plantas afetadas sem comprometer o restante do cultivo. O acesso ao local é rigorosamente controlado, com procedimentos de desinfecção e uso de equipamentos de proteção.
Expectativas Futuras
Os primeiros lotes de mudas provenientes da Qanopée devem estar disponíveis para os viveiristas em 2027. Esta iniciativa se soma a outras já em andamento, como a estufa inaugurada em Bordeaux, reforçando a adaptação da vitivinicultura francesa às novas condições climáticas. A expectativa é que essas ações contribuam para a preservação e inovação no setor, essencial para a continuidade da produção de vinhos de qualidade na França.
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