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Mistério na Tour d’Argent é destaque na edição digital da Revue du vin de France

La Tour d’Argent investiga o furto de 80 garrafas de vinho raras, avaliadas em 1,5 milhão de euros, sem sinais de arrombamento.

Foto: Reprodução
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Em janeiro de 2024, o diretor do restaurante La Tour d’Argent, em Paris, fez uma queixa à polícia após o desaparecimento de cerca de 80 garrafas de vinho, que valem 1,5 milhão de euros. Não houve sinais de arrombamento, e a investigação está em andamento. O sumiço das garrafas foi descoberto após uma reforma que fechou o restaurante por mais de um ano, durante o qual foi feito um inventário, revelando que não havia um registro atualizado das garrafas. A cave do restaurante tem cerca de 300 mil garrafas, incluindo vinhos famosos. A falta de um inventário é devido à complexidade da organização do local, que possui vários compartimentos. A polícia investiga a possibilidade de que o furto tenha ocorrido ao longo de vários anos, o que levanta preocupações sobre a segurança interna. As garrafas furtadas têm numeração e selo do restaurante, o que dificulta sua venda. A cave, que deveria ser reaberta ao público em 2024, permanece fechada.

Desaparecimento de Vinhos Raros em La Tour d’Argent Choca Paris

Em janeiro de 2024, o diretor do famoso restaurante parisiense La Tour d’Argent registrou uma queixa à polícia após o sumiço de cerca de 80 garrafas de vinho, avaliadas em 1,5 milhão de euros. O desaparecimento ocorreu sem sinais de arrombamento, e a investigação está em andamento.

A situação se agrava, pois a descoberta das garrafas faltantes ocorreu após uma longa reforma e fechamento do restaurante, que durou mais de um ano. Durante esse período, a administração decidiu realizar um inventário, revelando que La Tour d’Argent, famosa por sua vasta coleção de vinhos, não possuía um registro atualizado de suas garrafas.

A cave do restaurante abriga aproximadamente 300 mil garrafas, incluindo rótulos renomados como Pétrus e Romanée-Conti. A falta de um inventário atualizado é atribuída à complexidade da organização da cave, que possui cerca de quarenta caveaux, cada um com capacidade para até 10 mil garrafas.

André Terrail, proprietário do restaurante, e outros membros da equipe não se pronunciaram sobre o caso. A polícia investiga a possibilidade de que o furto tenha sido realizado ao longo de vários anos, o que levanta questões sobre a segurança interna do local. As garrafas furtadas são numeradas e marcadas com o selo do restaurante, dificultando sua revenda.

A investigação da 3ª divisão da polícia judiciária está em andamento, mas a cave, que deveria ser reaberta ao público em 2024, continua inacessível. A situação levanta preocupações sobre a segurança e a gestão do valioso acervo de vinhos do restaurante, um dos mais icônicos do mundo.

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