- Exposição “Matisse 1941-1954” chega ao Grand Palais, reunindo mais de 300 obras dos últimos 13 anos de vida do artista.
- A mostra, em parceria com o Centre Pompidou, fica aberta até 26 de julho de 2026, apresentando técnicas diversas e trabalhos pela primeira vez na França.
- O período final de Matisse ocorreu após uma cirurgia e durante a Segunda Guerra Mundial, quando ele permaneceu na França e continuou produzindo, mesmo diante da perseguição da Gestapo.
- Destaques incluem a série Intérieurs de Vence (1946-1948), bem como recortes monumentais como La Gerbe, Acanthes e Mémoire d’Océanie, além de Nus Bleus e outras obras raramente exibidas juntas.
- A mostra enfatiza o florescimento criativo de Matisse aos oitenta anos, reafirmando seu papel como referência da arte moderna, com obras emprestadas de coleções públicas e privadas internacionais.
A exposição Matisse 1941-1954 chega ao Grand Palais, em Paris, reunindo mais de 300 obras dos últimos 13 anos de vida do artista. O conjunto enfatiza a fase de florescimento criativo de Matisse, marcada pelo uso ousado de cor, luz e forma, mesmo em meio a limitações físicas.
A mostra apresenta pinturas, desenhos, livros ilustrados, têxteis, vitrais e recortes em guache criados entre 1941 e 1954. O objetivo é revelar as diferentes facetas desse momento final da produção do artista, considerado um marco da arte moderna.
Situada próximo aos 80 anos, a produção de Matisse nesse período reforça sua reinvenção visual. A curadoria recria o ambiente do atelier do pintor e oferece uma visão ampla das técnicas exploradas, com peças muitas vezes exibidas pela primeira vez na França.
A curadoria é uma parceria entre o Grand Palais e o Centre Pompidou, que permanece temporariamente fechado para reformas até 2030. A mostra fica em cartaz até 26 de julho de 2026, em Paris.
Entre os destaques, há obras do acervo do Centre Pompidou e empréstimos de coleções privadas e instituições como Hammer Museum, MoMA, National Gallery of Art, Barnes Foundation e Fondation Beyeler.
A exposição destaca a série Intérieurs de Vence, de 1946-1948, além de recortes monumentais como La Gerbe, Acanthes e Mémoire d’Océanie. Também aparecem Nus Bleus, La Tristesse du Roi e Danseuse Créole em conjunto raro.
Durante a Segunda Guerra Mundial, Matisse permaneceu na França, enfrentando perseguições da Gestapo e riscos para a família. Mesmo assim, continuou trabalhando em privado, produzindo obras que irradiam cores vivas e serenidade.
A mostra traça ainda o papel de Matisse como símbolo de liberdade artística na França e nos Estados Unidos, reforçando seu legado como um dos maiores artistas do século XX.
A abertura da exposição ocorreu neste mês e a curadoria inclui importantes empréstimos internacionais, reforçando a dimensão global do legado matissiano. A mostra permanece no Grand Palais até 26 de julho de 2026.
Entre na conversa da comunidade