Em Alta NotíciasConflitosPessoasAcontecimentos internacionaiseconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Exposição Matisse 1941-1954 vale a viagem a Paris

Exposição no Grand Palais reúne mais de trezentas obras dos últimos treze anos de vida de Matisse, destacando seu florescimento criativo na velhice

Henri Matisse 'La Tristesse du roi', (The Sorrow of the king), 1952. Centre Pompidou, Paris
0:00
Carregando...
0:00
  • Exposição “Matisse 1941-1954” chega ao Grand Palais, reunindo mais de 300 obras dos últimos 13 anos de vida do artista.
  • A mostra, em parceria com o Centre Pompidou, fica aberta até 26 de julho de 2026, apresentando técnicas diversas e trabalhos pela primeira vez na França.
  • O período final de Matisse ocorreu após uma cirurgia e durante a Segunda Guerra Mundial, quando ele permaneceu na França e continuou produzindo, mesmo diante da perseguição da Gestapo.
  • Destaques incluem a série Intérieurs de Vence (1946-1948), bem como recortes monumentais como La Gerbe, Acanthes e Mémoire d’Océanie, além de Nus Bleus e outras obras raramente exibidas juntas.
  • A mostra enfatiza o florescimento criativo de Matisse aos oitenta anos, reafirmando seu papel como referência da arte moderna, com obras emprestadas de coleções públicas e privadas internacionais.

A exposição Matisse 1941-1954 chega ao Grand Palais, em Paris, reunindo mais de 300 obras dos últimos 13 anos de vida do artista. O conjunto enfatiza a fase de florescimento criativo de Matisse, marcada pelo uso ousado de cor, luz e forma, mesmo em meio a limitações físicas.

A mostra apresenta pinturas, desenhos, livros ilustrados, têxteis, vitrais e recortes em guache criados entre 1941 e 1954. O objetivo é revelar as diferentes facetas desse momento final da produção do artista, considerado um marco da arte moderna.

Situada próximo aos 80 anos, a produção de Matisse nesse período reforça sua reinvenção visual. A curadoria recria o ambiente do atelier do pintor e oferece uma visão ampla das técnicas exploradas, com peças muitas vezes exibidas pela primeira vez na França.

A curadoria é uma parceria entre o Grand Palais e o Centre Pompidou, que permanece temporariamente fechado para reformas até 2030. A mostra fica em cartaz até 26 de julho de 2026, em Paris.

Entre os destaques, há obras do acervo do Centre Pompidou e empréstimos de coleções privadas e instituições como Hammer Museum, MoMA, National Gallery of Art, Barnes Foundation e Fondation Beyeler.

A exposição destaca a série Intérieurs de Vence, de 1946-1948, além de recortes monumentais como La Gerbe, Acanthes e Mémoire d’Océanie. Também aparecem Nus Bleus, La Tristesse du Roi e Danseuse Créole em conjunto raro.

Durante a Segunda Guerra Mundial, Matisse permaneceu na França, enfrentando perseguições da Gestapo e riscos para a família. Mesmo assim, continuou trabalhando em privado, produzindo obras que irradiam cores vivas e serenidade.

A mostra traça ainda o papel de Matisse como símbolo de liberdade artística na França e nos Estados Unidos, reforçando seu legado como um dos maiores artistas do século XX.

A abertura da exposição ocorreu neste mês e a curadoria inclui importantes empréstimos internacionais, reforçando a dimensão global do legado matissiano. A mostra permanece no Grand Palais até 26 de julho de 2026.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais