- Exposição UGT da Paulista 2026 fica na ciclovia da Avenida Paulista, entre a Rua Augusta e a Alameda Campinas, em São Paulo, de 1 a 31 de maio, aberta 24 horas e de entrada gratuita.
- Na Veneza, a 61ª Bienal traz a brasileira Comigo ninguém pode, da Fundação Bienal de São Paulo, em Veneza, de 9 de maio a 22 de novembro, com foco em narrativas esquecidas.
- Edo Rocha: Arte e Arquitetura abre em 6 de maio na Oca do Parque Ibirapuera, em São Paulo, e fica em cartaz até 19 de julho (entrada gratuita às quartas, com cobrança em outros dias).
- Imbuídos das forças das florestas do Japão – KIGUMI, na Japan House de São Paulo, fica em cartaz de 5 de maio a 2 de agosto, com entrada gratuita.
- Burle Marx: Plantas em Movimento, no Museu Judaico de São Paulo, fica em cartaz de 30 de abril a 2 de agosto, com entrada subsidiada e sábado com entrada gratuita.
A agenda cultural de maio traz uma programação diversificada em várias cidades do Brasil. Exposições de arte, arquitetura e design destacam projetos históricos, atuais e instalações imersivas, com foco em tatuar o olhar do público por meio de espaços públicos, museus e galerias.
Entre os destaques, a mostra Conquistas: Lutas e Vitórias do Trabalhador Brasileiro ocupa a ciclovia da Avenida Paulista, em São Paulo, com 30 painéis de Ronaldo Fraga. O circuito funciona 24 horas e é gratuito, integrando a principal artéria cultural da cidade.
Na XXIX Bienal de Veneza, a Fundação Bienal de São Paulo apresenta Comigo ninguém pode no pavilhão do Brasil, em Veneza, de 9 de maio a 22 de novembro. A mostra envolve Adriana Varejão e Rosana Paulino, com obras criadas para o encontro.
Em São Paulo, Edo Rocha: Arte e Arquitetura está em cartaz na Oca do Parque Ibirapuera, de 6 de maio a 19 de julho. A retrospectiva reúne mais de 400 trabalhos, distribuídos por quatro andares, evidenciando a relação entre arte e arquitetura.
Ainda em São Paulo, Imbuídos das forças das florestas do Japão – KIGUMI apresenta a carpintaria kigumi na Japan House entre 5 de maio e 2 de agosto. A mostra é gratuita e foca em encaixes de madeira sem ferragens.
No Rio de Janeiro, a Anita Schwartz Galeria de Arte inaugura Por toda parte escreverei o teu nome, de Luciano Figueiredo, a partir de 5 de maio. A exposição celebra 60 anos de carreira do artista com pinturas, palavras e linguagem gráfica.
A FGV Arte, no Rio, recebe Eu chorei rios: arte dos povos originários da América, de 6 de maio a 20 de setembro. A mostra reúne pinturas, fotografias, esculturas e artefatos para discutir cosmologias e disputas territoriais.
Em Goiânia, a FARGO – Feira de Arte Goiás, de 13 a 17 de maio, dobra o tamanho e amplia o eixo regional. A edição reúne 50 estandes de galerias nacionais, com público formado por colecionadores e investidores.
O Museu Judaico de São Paulo exibe Burle Marx: Plantas em Movimento, de 30 de abril a 2 de agosto, em parceria com o Instituto Burle Marx. O foco é a obra paisagística de Roberto Burle Marx por meio de desenhos, fotografias e vídeos.
Na cidade de Pinheiros, a Casa de Cultura do Parque apresenta A Grande Onda (No Deck), de Raquel Garbelotti e Murillo Paoli, de 25 de abril a 6 de setembro. Um vídeo em 3D simula a água invadindo o espaço sob uma leitura crítica.
No mesmo espaço, Vazante, de Iara Freiberg, investiga presença e ausência em uma intervenção que utiliza desenhos, pinturas, fotografias e instalações. A mostra permanece até 6 de setembro.
Já em São Paulo, a Galeria Estação recebe Memórias da terra, de Navegante Tremembé, inaugurada em 28 de abril. A exposição traz o uso do toá, pigmento natural do mangue, em uma narrativa sobre território e resistência.
Na Kaliner Gallery, em Nova York, Between Utopias and Abyss apresenta obras recentes de Pàulla Scàvazzini, até 30 de maio. O conjunto busca utopias como estados instáveis entre promessa e colapso.
Língua de Fogo, no Centro Cultural Correios do Rio, reúne quinze obras de Pàulla Scàvazzini entre 27 de maio e 4 de julho. A mostra enfatiza cor, gesto e percepção com uma experiência imersiva.
Atlântico Sertão, no CCBB São Paulo, reúne mais de 70 artistas em uma leitura decolonial sobre o sertão, em aberto desde 15 de abril até 3 de agosto. A curadoria articula memória, direitos humanos e estética.
Ode ao modernismo: uma homenagem ao mestre Riolan Coutinho fica na CAIXA Cultural São Paulo de 5 de maio a 5 de julho, com cerca de 40 obras que exploram cores, formas abstratas e ruptura com o passado.
As coisas que escapam, na CAIXA Cultural Curitiba, abre em 17 de março e permanece até 21 de junho. Luiza Urban apresenta uma leitura poética do tempo e da materialidade das coisas.
Comigo Ninguém Pode – A Pintura de Jeff Alan está na CAIXA Cultural Brasília até 31 de maio, revelando cerca de 50 obras que dialogam com pertencimento, afetos e memória.
Assombro, na Cave Galeria, em Fortaleza, fica em cartaz de 25 de abril a 6 de junho. Rita Lessa propõe uma imersão em imagens do inconsciente por meio de pintura, têxteis e esculturas.
Modos de (co)existir, na Casa Seva, em São Paulo, fica de 7 de maio a 6 de junho. Mariana Fogaça explora natureza, matéria e percepção por meio de fotografia, têxtil, cerâmica e instalação.
Fluxos, na Galeria Luis Maluf, em São Paulo, fica de 16 de maio a 8 de agosto. Janet Vollebregt propõe uma experiência espacial e uma instalação central que convida à harmonização energética.
Jardim do Éden, de Joana Vasconcelos, chega ao Farol Santander, em São Paulo, com uma instalação que transforma o prédio em labirinto de flores artificiais. A mostra permanece até 21 de junho.
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