- A mostra “Quando o Museu É Rio” estreia no dia 26 no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, com curadoria de Vânia Leal.
- É uma parceria com o Museu Paraense Emílio Goeldi, referência em Amazônia, que fica em Belém.
- O projeto dialoga ciência, arte e memória a partir do acervo do Goeldi.
- A ideia é pensar o museu como um organismo vivo, atravessado por diferentes narrativas e saberes.
- A exposição busca abrir caminhos de leitura sobre quem produz conhecimento, sem oferecer respostas prontas.
O Instituto Tomie Ohtake, em parceria com o Museu Paraense Emílio Goeldi, inaugura no dia 26 a exposição Quando o Museu É Rio, em São Paulo. A mostra acontece no prédio do instituto e terá obras, documentos e pesquisas ligadas ao território amazônico.
A curadoria fica a cargo de Vânia Leal, reconhecida voz da arte contemporânea da região. O projeto propõe um diálogo entre ciência, arte e memória a partir do acervo do Goeldi, localizado em Belém do Pará.
A proposta explora a relação entre os rios amazônicos e a circulação de conhecimento, transformando o acervo em correnteza, segundo a curadora. O objetivo é pensar o museu como organismo vivo, atravessado por diversas narrativas e saberes.
Em tempos de debate sobre produção de conhecimento, a exposição no Tomie Ohtake apresenta um caminho que não oferece respostas prontas, mas potencia leituras e caminhos alternativos para entender o território amazônico.
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