- Em alta gastronomia, o jantar costuma ser um percurso com várias etapas, não apenas um prato isolado, incluindo entradas, pães, canapés e doces.
- A proposta é contar uma narrativa e trazer memória afetiva e identidade regional por meio dos ingredientes e da apresentação.
- Muitas pessoas associam o valor do prato à quantidade, gerando choque de expectativas quando o serviço é de menu degustação.
- O objetivo é deixar lembranças, conversas e uma experiência que permaneçam após o fim do jantar, não apenas saciar a fome.
Cândida, chef, comenta críticas sobre alta gastronomia e restaurantes com estrela Michelin, destacando que a experiência vai além do prato. Em avaliações, surge o conceito de percurso, com entradas, pães e surpresas que antecedem o prato principal. A ideia é abrir o jantar com uma narrativa.
A chef explica que a lógica da alta gastronomia não se baseia na repetição de comida, mas em uma experiência completa. O ambiente, a mesa compartilhada e a história que o chef quer contar integram o prato à memória de cada região.
A lógica da alta gastronomia
Segundo Cândida, a proposta envolve memória afetiva e identidade cultural. Muitos clientes esperam uma lógica de rodízio, mas o objetivo é oferecer uma experiência que vá além da quantidade, com foco na narrativa do prato.
O choque de expectativas
Ela aponta que nem todas as críticas avaliam a qualidade da comida. Muitas mensagens refletem o desalinho entre a expectativa financeira e a proposta da experiência. O objetivo é levar sabores, histórias e memórias para além do jantar.
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