Anelis Assumpção, filha do músico Itamar Assumpção e irmã da compositora Serena, lançou um novo álbum chamado “Dubs Imaginários”. Ela também está trabalhando em um projeto de reggae e planeja fazer exposições físicas do Museu Virtual Itamar Assumpção, que preserva a história de sua família e completará cinco anos em 2025, ano em que seu pai faria 75 anos. Anelis fala sobre a importância do reggae em sua vida, destacando que esse estilo musical traz mensagens sociais e cria conexões entre as pessoas. Ela está começando a produzir um disco com suas próprias músicas e uma canção de seu pai. O Museu Virtual é o primeiro de um artista negro brasileiro e tem traduções em iorubá, alemão e inglês. Anelis critica a falta de museus que abordem a arte e a cultura negra no Brasil e organizou o acervo do pai, que é estudado por pesquisadores. Ela também reflete sobre como lida com as perdas na família e a importância de passar a herança cultural para seus filhos, que precisam conhecer a história de seu avô. Anelis lembra que a relação com seu pai era cheia de momentos alegres, apesar das dificuldades que ele enfrentou.
Anelis Assumpção, filha do renomado músico Itamar Assumpção e irmã da compositora Serena, lançou recentemente o álbum “Dubs Imaginários” e está desenvolvendo um projeto de reggae. Ela também planeja exposições físicas do Museu Virtual Itamar Assumpção, que preserva a memória de sua família e completa cinco anos em 2025, ano em que seu pai faria 75 anos.
A artista reflete sobre a herança cultural e as perdas familiares, incluindo a morte de sua tia Denise, em 2024. Anelis destaca a importância do reggae em sua trajetória, afirmando que o gênero é uma forma de expressar mensagens sociais e políticas, além de proporcionar uma sensação de leveza e conexão entre as pessoas. Ela está começando a produzir um disco autoral que incluirá composições próprias e uma canção de seu pai.
O Museu Virtual Itamar Assumpção é o primeiro de um artista negro brasileiro e conta com traduções em iorubá, alemão e inglês. Anelis enfatiza a necessidade de preservar a memória de artistas negros e critica a falta de museus temáticos que abordem a produção artística e o pensamento crítico da cultura negra no Brasil. Ela organizou o acervo do pai após perceber seu valor como objeto de estudo, com mais de 30 teses dedicadas a ele.
Anelis também compartilha como lida com as perdas familiares e a importância de transmitir a herança cultural para seus filhos. Ela busca que eles conheçam a história de seu avô, que deixou um legado significativo na música brasileira. A artista menciona que a relação com seu pai era marcada por momentos de alegria e leveza, apesar das dificuldades que ele enfrentou ao longo da vida.
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