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Clóvis de Barros Filho compartilha suas obras filosóficas favoritas e influências marcantes

Clóvis de Barros Filho revela suas leituras essenciais em filosofia, destacando Aristóteles, Dostoievski e a importância da profundidade no ensino.

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Clóvis de Barros Filho, filósofo e professor, falou sobre suas leituras favoritas em uma entrevista recente. Ele destacou a importância da filosofia em sua biblioteca, explicando que escolhe livros desse tema para se conectar com o público leigo. Entre suas obras preferidas, ele mencionou “Ética a Nicômaco” de Aristóteles e o conceito de “phronesis”, que significa prudência. Barros Filho também elogiou Georges Canguilhem, que discute a crescente multiplicação de doenças na sociedade, e fez referência a Dostoievski, ligando sua obra às filosofias do século dezenove.

Ele expressou carinho por autores clássicos, como Eça de Queiroz, e valorizou obras contemporâneas, como a de sua colega Viviane Mosé, que usa em suas aulas. Barros Filho também citou a influência de professores da Universidade de São Paulo, como Olgária Matos e Franklin Leopoldo e Silva, em sua formação. Por fim, ele lançou um livro com algumas de suas aulas, abordando o projeto de vida no Ensino Médio, e ressaltou a importância de evitar a superficialidade na educação filosófica, defendendo que as escolas devem incentivar a reflexão e a autonomia dos alunos.

Clóvis de Barros Filho, filósofo e professor, revelou suas leituras favoritas em uma recente entrevista, destacando a importância de obras filosóficas em sua biblioteca. Ele enfatizou que sua escolha por livros de filosofia se deve ao seu trabalho de aproximar essa disciplina do público leigo. Entre suas indicações, Barros Filho mencionou “Ética a Nicômaco” de Aristóteles como uma de suas obras preferidas, além de comentar sobre a relevância do conceito de “phronesis” (prudência) na filosofia aristotélica.

O professor também elogiou o trabalho de Georges Canguilhem, que aborda a crescente multiplicação de patologias na sociedade contemporânea. Barros Filho destacou que essa obra é uma investigação filosófica poderosa, refletindo sobre a normalidade e o patológico. Além disso, ele fez referência a Dostoievski, mencionando a conexão entre sua obra e as filosofias do século dezenove, especialmente a relação com o pensamento de Arthur Schopenhauer.

Em sua biblioteca, Barros Filho expressou um carinho especial por autores clássicos, como Eça de Queiroz, e ressaltou a importância de obras contemporâneas, como a de sua colega Viviane Mosé, que utiliza em suas aulas. Ele também mencionou a influência de professores da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP), como Olgária Matos e Franklin Leopoldo e Silva, que contribuíram para sua formação filosófica.

Por fim, Barros Filho publicou um livro que reúne algumas de suas aulas, abordando o tema do projeto de vida no Ensino Médio. Ele enfatizou a necessidade de evitar a superficialidade na educação filosófica, defendendo que as escolas devem ser espaços que incentivem a reflexão e a autonomia dos alunos, em vez de oferecer soluções prontas e simplistas sobre como viver.

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