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George R.R. Martin se emociona com a ‘desextinção’ do lobo-terrível pela Colossal Biosciences

Colossal Biosciences celebra o nascimento de filhotes de lobo-terrível, mas especialistas pedem mais transparência sobre o processo de "desextinção".

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George R.R. Martin, criador de Game of Thrones, ficou emocionado ao saber que a startup Colossal Biosciences criou três filhotes de lobo-terrível, chamados Remus, Romulus e Khaleesi. Esses filhotes são resultado de modificações genéticas em lobos-cinzentos, com o objetivo de trazer de volta uma espécie que foi extinta há 10 mil anos. Martin elogiou a iniciativa, chamando-a de mágica.

A equipe da Colossal Biosciences, formada por 130 cientistas, sequenciou o DNA do lobo-terrível a partir de fósseis e usou técnicas de edição genética para criar os filhotes, que estão em um local secreto para evitar curiosos. No entanto, especialistas pedem mais transparência sobre o processo, ressaltando que os filhotes não são cópias exatas da espécie original. Eles destacam que a criação em cativeiro limita a interação dos filhotes com um ambiente natural. A Colossal também está tentando recriar outras espécies extintas, como o pássaro dodô e o lobo-da-tasmânia. Apesar do potencial para ajudar na conservação, especialistas afirmam que não é necessário “desextinguir” um animal para preservar outros. A empresa, avaliada em mais de 10 bilhões de dólares, precisa equilibrar suas estratégias de marketing com a responsabilidade científica.

George R.R. Martin, criador de Game of Thrones, expressou sua emoção ao saber do nascimento de três filhotes de lobo-terrível pela startup Colossal Biosciences. Os filhotes, chamados Remus, Romulus e Khaleesi, são resultado de modificações genéticas em lobos-cinzentos, com o objetivo de “desextinguir” a espécie extinta há 10 mil anos. Martin elogiou a iniciativa, descrevendo-a como uma forma de mágica.

A equipe da Colossal Biosciences, composta por 130 cientistas, sequenciou o genoma do lobo-terrível a partir de fósseis e utilizou ferramentas de edição genética para criar os filhotes. Os animais estão sendo mantidos em um local secreto para evitar curiosos. No entanto, especialistas pedem mais transparência sobre os métodos utilizados, destacando que os filhotes não são cópias exatas da espécie original.

Daniel Lahr, chefe do departamento de zoologia da Universidade de São Paulo, ressaltou a importância de publicar os dados científicos relacionados ao processo. Jeremy Austin, diretor de um centro australiano de estudos de DNA antigo, alertou que os filhotes podem ser apenas geneticamente semelhantes ao lobo-terrível, não representando a espécie original. Natalia Pasternak, professora da Universidade Columbia, enfatizou que a criação em cativeiro limita a interação dos filhotes com um ambiente natural.

A Colossal Biosciences também está explorando a recriação de outras espécies extintas, como o pássaro dodô e o lobo-da-tasmânia. Apesar do potencial para ajudar na conservação de espécies ameaçadas, especialistas afirmam que não é necessário “desextinguir” um animal para preservar outros. A empresa, avaliada em mais de R$ 10 bilhões, deve equilibrar suas estratégias de marketing com a responsabilidade científica.

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