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Museu do Índio celebra abril indígena com atividades culturais e exibições de documentários

Museu do Índio promove atividades culturais em abril, culminando na celebração do Dia Nacional dos Povos Indígenas em 19 de abril.

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O Museu do Índio, que se tornará o Museu Nacional dos Povos Indígenas, vai realizar várias atividades em abril para celebrar o mês indígena. No dia 19, que é o Dia Nacional dos Povos Indígenas, o museu completará 72 anos. As atividades incluem apresentações do povo Fulni-ô, exibições de documentários e rodas de conversa.

Nesta sexta-feira, representantes do povo Fulni-ô, de Pernambuco, farão apresentações de cantos e danças tradicionais a partir das 15h30. Também haverá venda de artesanato e exibição de vídeos sobre a cultura desse povo. Na próxima quinta-feira, o museu exibirá o filme “Kopenawa: sonhar a terra-floresta”, com a presença dos diretores. No dia 11, serão mostrados vídeos sobre a cultura Fulni-ô, e no dia 15, o documentário “De Longe Toda Serra é Azul” será exibido, seguido de uma conversa com um antropólogo. Outros documentários sobre a relação dos indígenas com a floresta e a revitalização da cultura Pataxó também serão apresentados. O evento culminará no dia 17 com a exibição de “Kopenawa: sonhar a terra-floresta”, que aborda a defesa da floresta amazônica e a ancestralidade Yanomami.

O Museu do Índio, que se tornará o Museu Nacional dos Povos Indígenas, promoverá uma série de atividades em abril para celebrar o mês indígena. No dia dezenove, data em que se comemora o Dia Nacional dos Povos Indígenas, o museu completará setenta e dois anos de existência. As atividades incluem apresentações do povo Fulni-ô, exibições de documentários e rodas de conversa.

Nesta sexta-feira, representantes do povo Fulni-ô, de Pernambuco, apresentarão cantos e danças tradicionais a partir das 15h30. Além disso, haverá venda de artesanato e exibições de vídeos que destacam aspectos culturais desse povo. Na próxima quinta-feira, o museu realizará uma sessão especial do filme “Kopenawa: sonhar a terra-floresta”, com a presença dos diretores Marco Altberg e Tainá de Luccas.

O dia onze contará com vídeos sobre a cultura Fulni-ô, que habitam Águas Belas, a 273 quilômetros de Recife. O ritual ouricuri, realizado entre setembro e novembro, é um dos aspectos culturais destacados. No dia quinze, será exibido o documentário “De Longe Toda Serra é Azul”, que revisita a história do indigenismo brasileiro, seguido de mediação com o antropólogo Juliano Almeida.

Outros documentários, como “Floresta – Um Jardim que a Gente Cultiva” e “Patxohã”, também serão exibidos, abordando a relação entre os povos indígenas e a floresta, além da revitalização da cultura Pataxó. O evento culminará no dia dezessete com a exibição de “Kopenawa: sonhar a terra-floresta”, que explora a defesa da floresta amazônica e a ancestralidade Yanomami.

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