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Cineasta Sílvio Tendler critica políticas afirmativas em editais do Ministério da Cultura

Cineasta Sílvio Tendler critica políticas afirmativas do Ministério da Cultura, alegando que sua trajetória no cinema é ignorada em editais.

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O cineasta Sílvio Tendler, que já fez mais de setenta filmes, criticou as políticas afirmativas do Ministério da Cultura para apoio ao cinema brasileiro. Ele, que é cadeirante, disse que sua pontuação nos editais é baseada apenas nessa condição, ignorando suas contribuições artísticas ao longo da carreira. Tendler, conhecido por documentários como “Jango” e “Anos JK”, afirmou que não é contra as cotas, mas acredita que a política atual não valoriza a qualidade das obras e o trabalho feito na arte e na educação. Ele ressaltou que tudo o que fez no cinema não é considerado, o que torna o sistema excludente, e sua crítica representa uma insatisfação maior entre outros profissionais do setor. A discussão sobre a eficácia dessas políticas continua a gerar debates sobre inclusão e reconhecimento no cinema.

O cineasta Sílvio Tendler, com uma carreira de mais de setenta filmes, criticou as políticas afirmativas do Ministério da Cultura em editais de apoio ao cinema brasileiro. Tendler, que é cadeirante, afirma que sua pontuação nos editais se baseia apenas nessa condição, desconsiderando suas contribuições artísticas ao longo de sua trajetória.

Em sua declaração, o diretor de documentários como “Jango” e “Anos JK” ressalta que não é contra as cotas, mas defende que a atual política cultural não contempla a qualidade artística e cultural. Para ele, a falta de reconhecimento das obras e premiações resulta em um sistema que, ao invés de ser inclusivo, se torna excludente.

Tendler argumenta que a pontuação atribuída nos editais ignora a relevância dos serviços prestados à arte e à educação. “Tudo que fiz no cinema e pelo cinema não contabilizou nada”, diz o cineasta, enfatizando a necessidade de uma avaliação mais abrangente.

O cineasta conclui que sua crítica não é apenas pessoal, mas reflete uma insatisfação mais ampla entre profissionais do setor. A discussão sobre a eficácia das políticas afirmativas no cinema brasileiro continua a gerar debates acalorados sobre inclusão e reconhecimento no meio artístico.

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