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Artistas de Altadena enfrentam desafios após incêndios devastadores e buscam novas formas de expressão

Artistas de Altadena ainda lutam para se reerguer após incêndios devastadores, enquanto a atenção pública se desvia da crise.

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Os incêndios em Altadena, que ocorreram em janeiro, deixaram a comunidade artística local em uma situação difícil. Dois meses depois, muitos artistas ainda estão lutando para reconstruir suas vidas e estúdios, enquanto a atenção do público se volta para outros assuntos e os danos continuam visíveis, como carros queimados e semáforos quebrados. Após a tragédia, várias galerias e museus de Los Angeles se mobilizaram para ajudar os artistas afetados, promovendo exposições beneficentes e oferecendo subsídios emergenciais. No entanto, essas iniciativas diminuíram após a Frieze week, e a maioria das mostras beneficentes foi encerrada. Artistas como Kathryn Andrews e Kenturah Davis enfrentam dificuldades para expressar a crise e o impacto emocional das perdas. Um grupo de ajuda mútua, chamado Grief and Hope, revelou que 73% das pessoas que ajudaram são de Altadena, um importante centro artístico. Davis, que perdeu sua casa, está buscando novas formas de se expressar, enquanto outros, como Kelly Akashi, perderam obras importantes e enfrentam o desafio de recriar seu trabalho. A decisão de reconstruir varia entre os artistas; Paul McCarthy, por exemplo, decidiu não reconstruir após perder sua casa, refletindo sobre a simplicidade que a perda trouxe. Outros, como Christina Quarles, lidam com a dor de perder não apenas suas residências, mas também arquivos pessoais e obras significativas.

Os incêndios em Altadena, ocorridos em janeiro, deixaram a comunidade artística local em situação crítica. Dois meses após os incêndios, muitos artistas ainda lutam para reconstruir suas vidas e estúdios, enquanto a atenção pública se desvia e os danos permanecem evidentes. Carros queimados e semáforos inoperantes ainda marcam a paisagem.

Após a tragédia, diversas galerias e museus de Los Angeles se mobilizaram para apoiar os artistas afetados, promovendo exposições beneficentes e concedendo subsídios emergenciais. Entretanto, essas iniciativas diminuíram após a Frieze week, e a maioria das mostras beneficentes foi encerrada. Artistas como Kathryn Andrews e Kenturah Davis expressam a dificuldade de representar a crise e o impacto emocional da perda.

Dentre os artistas afetados, 73% dos atendidos pelo grupo de ajuda mútua Grief and Hope são de Altadena, um histórico centro artístico. Davis, que perdeu sua casa, busca novas formas de expressão, enquanto outros, como Kelly Akashi, perderam obras importantes e enfrentam o desafio de recriar seu trabalho.

A decisão de reconstruir é pessoal e varia entre os artistas. Paul McCarthy, por exemplo, optou por não reconstruir após perder sua casa, refletindo sobre a simplicidade que a perda trouxe. Outros, como Christina Quarles, lidam com a dor de perder não apenas suas residências, mas também arquivos pessoais e obras significativas.

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