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Exposição revela tesouros arqueológicos recuperados após décadas de tráfico ilegal

Exposição no Museu Arqueológico Nacional de Nápoles revela 600 artefatos recuperados, destacando esforços contra o tráfico de patrimônio cultural.

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Uma nova exposição no Museu Arqueológico Nacional de Nápoles apresenta 600 artefatos que estavam desaparecidos, alguns deles perseguidos por uma unidade policial especial ao longo de décadas. A mostra, chamada “Tesouros Redescobertos: Histórias de Crimes e Achados Roubados”, destaca a luta contra o tráfico de bens culturais na Itália. O museu abriga 15 mil itens apreendidos pela unidade Carabinieri, que protege o patrimônio cultural do país. A curadoria é de Massimo Osanna e Marialucia Giacco, que falam sobre a gravidade dos crimes que ameaçam a herança cultural nacional. A exposição também mostra a complexidade do tráfico ilícito de bens culturais. Essa iniciativa é resultado de uma colaboração entre o Ministério Público de Nápoles, os Carabinieri e a Universidade de Nápoles Federico II, que trabalham juntos para verificar o status legal dos itens armazenados no museu. Os artefatos expostos datam do Período Arcaico, entre 650 e 480 a.C., até a Idade Média. Saqueadores usaram tecnologia avançada, como detectores de metal subaquáticos e drones, para extrair tesouros de locais históricos e naufrágios no Mar Mediterrâneo.

Uma nova exposição no Museu Arqueológico Nacional de Nápoles apresenta 600 artefatos recuperados que estavam desaparecidos, alguns deles perseguidos por uma unidade policial especial ao longo de décadas. A mostra, intitulada “Tesouros Redescobertos: Histórias de Crimes e Achados Roubados”, destaca a luta contra o tráfico de bens culturais na Itália.

O museu, que abriga 15 mil itens apreendidos pela unidade Carabinieri, foca na proteção do patrimônio cultural italiano. A curadoria é de Massimo Osanna e Marialucia Giacco, que ressaltam a gravidade dos crimes que ameaçam a integridade da herança cultural nacional. A exposição também evidencia a complexidade do tráfico ilícito de bens culturais.

A iniciativa é resultado de uma colaboração entre o Ministério Público de Nápoles, os Carabinieri e a Universidade de Nápoles Federico II. O trabalho conjunto visa verificar o status legal dos itens armazenados no museu, que foram confiscados ao longo dos anos. Osanna afirmou que a pesquisa ajuda a documentar o impacto do saque e do tráfico na conservação do patrimônio arqueológico.

Os artefatos expostos datam desde o Período Arcaico (aproximadamente 650 a 480 a.C.) até a Idade Média. O Associated Press informou que os saqueadores utilizavam tecnologia avançada, como detectores de metal subaquáticos e drones, para extrair tesouros de locais históricos e naufrágios no Mar Mediterrâneo.

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