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Kiang Malingue inaugura galeria em Nova York e promove arte asiática na cidade

Kiang Malingue, galeria de Hong Kong, inaugura espaço em Nova York com exposição da artista Hiroka Yamashita, promovendo diálogo cultural.

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A galeria de arte Kiang Malingue, de Hong Kong, vai abrir um novo espaço em Nova York, no bairro de Chinatown. A galeria é conhecida por apoiar artistas emergentes e renomados da Ásia. O objetivo da nova unidade é se conectar com colecionadores asiático-americanos e aumentar o interesse por artistas da diáspora asiática. A primeira exposição será da artista japonesa Hiroka Yamashita, que está voltando a Nova York após completar seu mestrado na Rutgers University em 2019. A galeria espera criar um ambiente onde as pessoas possam aprender mais sobre a arte asiática, especialmente em um momento em que o mercado de arte global está passando por dificuldades. Apesar das tensões políticas e tarifas elevadas entre os EUA e a China, os fundadores acreditam que é importante manter o diálogo cultural. Eles planejam realizar de três a quatro exposições no primeiro ano e querem que o novo espaço reflita tanto a cultura local quanto a de Hong Kong.

Kiang Malingue, uma das principais galerias de arte de Hong Kong, abrirá um novo espaço em Chinatown, Nova York, nesta semana. A galeria é reconhecida por apoiar tanto talentos emergentes quanto artistas renomados da Ásia. A inauguração contará com a exposição da artista japonesa Hiroka Yamashita, que fará sua estreia solo na cidade.

Os fundadores da galeria, Edouard Malingue e Lorraine Kiang, afirmaram que a expansão para Nova York visa conectar-se com a crescente comunidade de colecionadores asiático-americanos. Malingue destacou que a mudança é parte de uma estratégia para promover um diálogo entre o Ocidente e Hong Kong. “Queremos criar um espaço onde as pessoas possam descobrir novos artistas”, disse.

A nova galeria está localizada na 50 Eldridge Street e a exposição de Yamashita marca um retorno significativo, já que a artista obteve seu Mestrado em Artes na Rutgers University em 2019. “É um retorno emocionante para ela, que conhece bem a cidade”, comentou Kiang.

Nos últimos anos, galerias chinesas têm aumentado sua presença em Nova York, refletindo uma migração de indivíduos ricos da China para os Estados Unidos. Kiang Malingue espera fomentar um senso de comunidade entre colecionadores que buscam se reconectar com suas raízes culturais. “Os colecionadores que conhecemos estão ansiosos para aprender mais sobre artistas de Hong Kong e da Grande China”, afirmou Kiang.

Apesar das tensões geopolíticas e das tarifas sobre importações da China, Malingue acredita que a abertura da galeria é crucial. “É vital ter um diálogo entre Nova York e Hong Kong, especialmente em tempos difíceis”, disse. A galeria planeja realizar de três a quatro exposições em seu primeiro ano, com a intenção de conectar as duas localidades.

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