O Salvator Mundi, uma pintura atribuída a Leonardo da Vinci, foi vendida em 2017 por 450 milhões de dólares, tornando-se a mais cara da história, mas sua autenticidade é questionada. Desde então, a obra desapareceu do público, gerando especulações sobre seu paradeiro. Há rumores de que esteja em um novo museu na Arábia Saudita ou no iate do príncipe Mohammed bin Salman. O comprador foi revelado como o príncipe saudita, e a pintura chegou a ser estudada no Louvre, mas não foi exibida. Especialistas defendem sua atribuição a Da Vinci, mas surgem dúvidas sobre a exibição ao lado da Mona Lisa e se isso está ligado a uma estratégia cultural da Arábia Saudita. O Salvator Mundi já passou por várias transações, incluindo uma venda privada a um oligarca russo, e sua venda em leilão foi marcada por uma grande campanha publicitária. Desde então, a pintura não foi vista novamente.
O Salvator Mundi, atribuído a Leonardo da Vinci, completou 20 anos desde sua descoberta, mas não é visto publicamente desde sua venda em 2017 por 450 milhões de dólares, tornando-se a pintura mais cara da história. A autenticidade da obra continua a ser debatida.
Após a venda, surgiram especulações sobre seu paradeiro. O comprador, o príncipe saudita Mohammed bin Salman, pode tê-la levado para um novo museu na Arábia Saudita ou mantê-la em seu iate, o Serene. O quadro esteve no Louvre para estudos, mas não foi exibido, gerando dúvidas sobre sua atribuição.
Robert Simon, um dos descobridores da obra, afirma que o catálogo preparado para a exposição no Louvre confirma a atribuição a da Vinci. No entanto, questões políticas podem ter influenciado a decisão de não exibir a pintura ao lado da Mona Lisa. O acadêmico Bernard Haykel sugere que a obra pode ser parte da estratégia cultural saudita, conhecida como Visão Saudita 2030.
A história do Salvator Mundi é marcada por transações complexas. Inicialmente vendido por cerca de 10 mil dólares em uma casa de leilões em Nova Orleans, a pintura passou por várias mãos até chegar ao oligarca russo Dmitry Rybolovlev, que a adquiriu por 127,5 milhões de dólares. A obra foi então leiloada com uma intensa campanha publicitária, resultando em sua venda recorde.
Desde então, o Salvator Mundi permanece em um mistério, com teorias sobre seu destino variando entre museus e coleções privadas. A obra, que representa um marco no mercado de arte, continua a gerar interesse e especulação.
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