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Dona Matuta é reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Recife

Dona Matuta, quadrilha junina do Recife, é reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial e aborda a fome em sua apresentação de 2025.

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O grupo de quadrilha junina Dona Matuta, fundado em 2006 no Recife, foi reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial da cidade, com a aprovação unânime de um projeto de lei. Este é o primeiro grupo de quadrilhas juninas a receber esse título na cidade. A Dona Matuta, que completou 19 anos, conta com cerca de 170 integrantes, incluindo dançarinos e pessoas que ajudam na produção do espetáculo. O grupo também movimenta a economia local, contratando profissionais como costureiros e coreógrafos. A apresentação de 2025, marcada para o dia 8 de junho, terá como tema o combate à fome e homenageará figuras importantes como Herbert de Souza e Dom Hélder Câmara. O evento será no Clube Português e a entrada será 1 kg de alimento não perecível.

O grupo de quadrilha junina Dona Matuta, fundado em 2006 no bairro de San Martin, no Recife, foi reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial da cidade. A aprovação unânime do projeto de lei ocorreu na Câmara Municipal na segunda-feira, dia 19, e agora aguarda a sanção do prefeito João Campos (PSB).

A Dona Matuta é o primeiro grupo de quadrilhas juninas a receber tal título no Recife. Para Vanbaster Oliveira, integrante do grupo há quase 15 anos, o reconhecimento é motivo de celebração, especialmente com a proximidade do aniversário de 19 anos do grupo. A quadrilha começou a partir de uma conversa entre amigos e atualmente conta com cerca de 170 integrantes, incluindo 120 dançarinos e 50 profissionais que ajudam na produção do espetáculo.

Impacto Cultural e Social

Vanbaster destacou que a quadrilha movimenta a cadeia produtiva local, contratando diversos profissionais, como costureiros e coreógrafos. “A quadrilha gera um impacto econômico significativo na cidade”, afirmou. A apresentação de 2025, marcada para o dia 8 de junho, terá como tema o combate à fome e homenageará figuras como o sociólogo Herbert de Souza e o médico Josué de Castro.

O espetáculo, intitulado “Gente é para brilhar, não para morrer de fome”, é inspirado na música “Gente”, de Caetano Veloso. Além de ser uma celebração junina, a apresentação busca refletir sobre questões sociais. A entrada será um quilo de alimento não perecível, reforçando o compromisso do grupo com causas sociais. O evento ocorrerá no Clube Português, a partir das 19h.

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