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“Love Kills, filme brasileiro, é destaque no Festival de Cannes 2025”

"Love Kills" brilha no Festival de Cannes, unindo vampiros e amor em um thriller ambientado na cracolândia de São Paulo.

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O filme brasileiro “Love Kills”, dirigido por Luiza Shelling Tubaldini, foi exibido no Fantastic Pavilion/Blood Window durante o Festival de Cannes. O longa é um “thriller romantasy” que se passa na cracolândia de São Paulo e conta a história de Helena, uma jovem vampira negra, e Marcos, um humano que descobre os segredos do submundo da cidade. A trama explora temas como traumas e exclusão social, usando a figura dos vampiros como uma metáfora para questões atuais. O filme é uma adaptação da graphic novel de Danilo Beyruth, lançada em 2019, e aborda relações abusivas sob a perspectiva de mulheres marginalizadas.

O longa brasileiro Love Kills, dirigido por Luiza Shelling Tubaldini, foi exibido no Fantastic Pavilion/Blood Window durante o Festival de Cannes em 15 de maio. O evento, que foca no cinema de horror, suspense e fantasia da América Latina e Espanha, apresentou sete obras de novos talentos do gênero.

Ambientado na cracolândia em São Paulo, Love Kills é descrito como um “thriller romantasy”, que combina elementos de histórias fantásticas com tramas de amor. A narrativa gira em torno de Helena, uma jovem vampira negra, e Marcos, um humano que desconhece os segredos do submundo em que ela vive. A relação entre os dois personagens leva Helena a uma jornada de redescoberta de sua humanidade, enquanto enfrenta seus instintos sanguinolentos.

A obra é uma adaptação da graphic novel de Danilo Beyruth, lançada em 2019, e aborda temas como traumas, exclusão social e construção de identidade. Shelling Tubaldini afirma que “vampiros são uma metáfora muito atual”, refletindo sobre relações abusivas sob a perspectiva de mulheres marginalizadas.

Na trama, Helena assombra um café em São Paulo, atraindo um garçom ingênuo. À medida que ele descobre os segredos dela e o submundo da cidade, é puxado para um mundo perigoso de intrigas imortais, desafiando sua própria mortalidade.

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