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Metropolitan Museum devolve esculturas antigas ao Iraque após investigação de tráfico

Metropolitan Museum devolve três esculturas ao Iraque após nova evidência na investigação de Robin Symes, traficante de antiguidades.

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O Metropolitan Museum of Art anunciou que vai devolver três esculturas antigas ao Iraque, que juntas valem cerca de 500 mil dólares. As peças incluem um vaso sumério de alabastro e duas esculturas babilônicas em terracota, que foram roubadas na década de 1960. A devolução acontece após novas informações surgirem na investigação sobre Robin Symes, um traficante de antiguidades. A investigação levou à apreensão de 135 itens valiosos, e duas dessas esculturas foram recuperadas pela Unidade de Tráfico de Antiguidades. O vaso foi oferecido ao museu em 1956 por um traficante e passou por vários colecionadores antes de ser adquirido pelo Met em 1989. O diretor do museu destacou o compromisso da instituição com a preservação cultural e a colaboração com o Iraque. O promotor de Manhattan também elogiou os esforços para recuperar itens traficados por Symes, que teve um histórico de tráfico de antiguidades e morreu em 2023.

O Metropolitan Museum of Art anunciou a devolução de três esculturas antigas ao Iraque, avaliadas em $500 mil. As peças, datadas do 3º ao 2º milênio a.C., incluem um vaso sumério de alabastro e duas esculturas de terracota babilônicas. A devolução ocorre em cooperação com o escritório do promotor de Manhattan, após novas informações surgirem na investigação sobre Robin Symes, um traficante de antiguidades.

As esculturas devolvidas são um vaso sumério, datado de 2600-2500 a.C., e duas cabeças babilônicas, uma masculina e uma feminina, datadas de 2000-1600 a.C.. O museu informou que a devolução foi motivada pela recepção de novas informações durante a investigação de Symes, que resultou na apreensão de 135 antiguidades avaliadas em mais de $58 milhões.

O vaso, que foi oferecido ao Met em 1956, passou por diversos colecionadores antes de ser adquirido em 1989. As duas esculturas babilônicas foram supostamente saqueadas na década de 1960 e estavam sob a posse de Symes em Londres antes de serem vendidas ao museu. O diretor do Met, Max Hollein, destacou o compromisso da instituição com a preservação cultural e a colaboração com o Iraque.

O promotor de Manhattan, Alvin L. Bragg, Jr., enfatizou a importância da recuperação de antiguidades traficadas por Symes, que inclui a devolução de 351 peças à Grécia e outros itens a países como Líbia e Iémen. O embaixador do Iraque nos EUA, Nazar Al Khirullah, elogiou a atuação da Antiquities Trafficking Unit (ATU) e a parceria com o Met na proteção do patrimônio cultural.

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