A exposição “La censura es la comisaria”, que tratava sobre a censura na arte, foi cancelada em Andorra após a retirada de uma capa da revista Charlie Hebdo. As autoridades alegaram que manter a exposição poderia representar riscos à segurança nacional, especialmente devido ao alerta terrorista na região. A Cónsul maior de Escaldes-Engordany, Rosa Gili, afirmou que preferia censurar a correr o risco de um ataque. A mostra, que deveria ficar aberta até 20 de setembro, foi inaugurada recentemente no Espai Escaldes. O Museu do Arte Proibido, responsável pela exposição, manifestou sua insatisfação com a censura e disse que não aceitava a proibição de uma obra sem que isso afetasse toda a coleção.
A exposição “La censura es la comisaria”, do Museu do Arte Proibido de Barcelona, foi cancelada em Andorra. A decisão ocorreu após a retirada de uma capa da revista Charlie Hebdo, que gerou preocupações de segurança nacional devido ao alerta terrorista na região.
As autoridades andorranas justificaram a medida, afirmando que a manutenção da exposição poderia acarretar “riscos para a segurança nacional”. A Cónsul maior de Escaldes-Engordany, Rosa Gili, declarou: “Prefiro censurar a ir a um funeral.” A mostra, que abordava a censura no arte, foi inaugurada na quinta-feira e deveria permanecer aberta até 20 de setembro.
O Museu do Arte Proibido manifestou seu descontentamento com a censura, afirmando que não aceitaria a proibição de uma obra sem que isso afetasse toda a coleção. O cancelamento da exposição levanta questões sobre a liberdade de expressão e os limites da arte em contextos de segurança.
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