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Metropolitan Museum renova galeria e transforma arte não ocidental em destaque

Após reformas de R$ 70 milhões, o Rockefeller Wing do Met reabre com foco em conexão cultural e pesquisa de proveniência.

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O Rockefeller Wing do Metropolitan Museum of Art reabriu após reformas que custaram 70 milhões de dólares. O espaço, que abriga artefatos da África, Oceania e Américas, passou por um redesign que melhora a circulação e a iluminação, tornando as galerias mais abertas e agradáveis. As novas exposições incluem obras contemporâneas e um foco em pesquisa de proveniência, que busca esclarecer a origem dos objetos. As mudanças também incluem a reconfiguração de algumas obras, como a alteração do teto de uma galeria de arte da Oceania, que agora reflete melhor as intenções dos artistas originais. As paredes foram atualizadas com informações que explicam melhor o contexto cultural dos objetos e a história de sua aquisição. O espaço agora promove uma conexão entre diferentes culturas, mostrando que elas não existiram isoladamente. Além disso, há uma nova seção para exposições temporárias, começando com uma dedicada ao artista senegalês Iba Ndiaye. O wing se destaca por apresentar obras de artistas africanos modernos e contemporâneos, reforçando que essas criações fazem parte de uma mesma história da arte.

Reabertura do Rockefeller Wing

O Rockefeller Wing do Metropolitan Museum of Art reabriu suas portas após reformas que duraram desde 2021. A reabertura, marcada por um investimento de US$ 70 milhões, trouxe um redesign que destaca a conexão entre culturas e novas aquisições.

As galerias foram significativamente reorganizadas, criando um ambiente mais arejado e convidativo. O redesign, liderado por Kulapat Yantrasast, visa revitalizar a experiência do visitante, contrastando com o espaço anterior, que era considerado escuro e apertado. A nova disposição permite uma melhor apreciação das obras, incluindo artefatos da Oceania, África e Américas.

Mudanças e Novas Exposições

Entre as principais mudanças, destaca-se a reconfiguração do teto cerimonial da galeria da Oceania, que agora reflete melhor as intenções dos artistas originais. Além disso, novas obras foram adquiridas, como pinturas em tecido da cultura Ömie de Papua Nova Guiné, que agora estão em exibição.

Os textos explicativos nas paredes foram reformulados para fornecer mais contexto cultural e informações sobre a proveniência dos objetos. Essa iniciativa responde a demandas por maior transparência e justiça em relação a objetos de arte adquiridos em contextos problemáticos.

Exposições Temporárias e Conexões Culturais

O espaço também abriga exposições temporárias, como a dedicada ao artista senegalês Iba Ndiaye, que explora a intersecção entre a arte ocidental e a africana. A nova disposição das galerias permite que obras de diferentes culturas sejam vistas em conjunto, promovendo um diálogo entre elas.

A inclusão de artistas contemporâneos, como Taloi Havini, que criou uma peça em cobre para o espaço, reforça o compromisso do museu em manter a relevância cultural e histórica das obras expostas. A reabertura do Rockefeller Wing representa um passo significativo na evolução do museu, buscando um modelo mais inclusivo e respeitoso para a apresentação da arte global.

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