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Arte desempenha papel essencial na conscientização sobre mudanças climáticas

A arte ganha destaque na Conferência da ONU sobre Oceanos, promovendo reflexões sobre sustentabilidade e a crise climática.

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A arte está se mostrando uma ferramenta importante para discutir questões ambientais, especialmente na Conferência da ONU sobre Oceanos, que acontece em Nice, França. A TBA21, uma fundação de arte contemporânea, está organizando cerca de 20 atividades, como exposições e debates, para aumentar a conscientização sobre a sustentabilidade dos oceanos. Artistas como Maja Petric e Ahmet Ogut estão entre os que apresentam trabalhos que refletem sobre a crise climática. Petric, por exemplo, usa instalações de luz para evocar sentimentos sobre a natureza, enquanto Ogut acredita que a arte pode criar novas formas de pensar e agir em relação ao meio ambiente. Ambos destacam que a arte pode ajudar as pessoas a se conectarem mais com a natureza e a entenderem melhor a crise climática.

A arte desempenha um papel crucial na conscientização sobre questões ambientais, como evidenciado na Conferência da ONU sobre Oceanos (UNOC), que ocorre em Nice, França, a partir de nove de junho. A TBA21 (Thyssen-Bornemisza Art Contemporary) lidera uma série de atividades artísticas que abordam a sustentabilidade e a relação com os oceanos.

Cerca de 20 atividades estão programadas, incluindo exposições, oficinas e debates, com foco em práticas regenerativas e sustentabilidade. Markus Reymann, co-diretor da TBA21, afirma que a arte pode “renovar relações” com o meio ambiente e influenciar decisões políticas. A exposição “Becoming Ocean” reúne mais de 20 artistas que exploram os desafios enfrentados pelos oceanos.

Artistas como Maja Petric e Ahmet Ogut destacam a capacidade da arte de provocar reflexões sobre a crise climática. Petric, premiada por sua obra “Specimens of Time, Hoh Rain Forest, 2025,” utiliza instalações de luz que reagem a dados de temperatura em tempo real, questionando como as paisagens podem desaparecer no futuro.

Ogut acredita que a arte possui “poder e agência” que não dependem de reconhecimento político. Ele menciona projetos que interagem diretamente com a infraestrutura ecológica, como “Bending the River,” que desvia água do Rio Los Angeles para irrigar áreas públicas.

A TBA21 e outros artistas defendem a inclusão de criadores nas discussões sobre mudanças climáticas desde o início dos projetos, enfatizando a importância de uma abordagem colaborativa. A arte, segundo eles, pode facilitar a compreensão da crise climática e inspirar ações concretas.

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