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Marina Tabassum inaugura o Serpentine Pavilion com estrutura inovadora em Londres

Marina Tabassum apresenta "A Capsule in Time", o 25º Serpentine Pavilion, com um gingko no centro, refletindo a impermanência na arquitetura.

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Marina Tabassum, uma arquiteta de Bangladesh, projetou o 25º Serpentine Pavilion em Londres, chamado “A Capsule in Time”. A estrutura é feita de madeira e tem um gingko no centro, uma árvore resistente a climas extremos. Tabassum é conhecida por criar estruturas temporárias para refugiados climáticos e acredita que a arquitetura não precisa ser permanente. O Serpentine Pavilion é uma oportunidade anual para arquitetos que nunca construíram no Reino Unido, promovendo a troca cultural. Desde 2000, o evento já recebeu muitos arquitetos famosos e ajudou a lançar as carreiras de novos talentos. O primeiro pavilion foi projetado por Zaha Hadid e, ao longo dos anos, muitos outros arquitetos ganharam reconhecimento internacional após participar do projeto. Após quatro meses, a estrutura é desmontada, mas muitas vezes encontra um novo lar em outros lugares. Tabassum espera que seu pavilion seja colocado em um local ensolarado após ser desmontado.

Marina Tabassum, arquiteta de Bangladesh, projetou o 25º Serpentine Pavilion, intitulado “A Capsule in Time”, que foi inaugurado em Londres. A estrutura, localizada em Kensington Gardens, destaca-se por um gingko no centro, simbolizando a impermanência na arquitetura.

A nova edificação, composta por painéis de madeira e elementos translúcidos, foi pensada para interagir com a luz natural. Tabassum afirmou que seu objetivo é trabalhar com a luz, criando um ambiente acolhedor, mesmo em dias nublados. Desde o início do projeto em dois mil, o Serpentine Pavilion tem sido uma plataforma para arquitetos que ainda não construíram no Reino Unido, promovendo um intercâmbio cultural.

Tabassum, que fundou sua própria empresa em Bangladesh em dois mil e cinco, tem experiência em estruturas temporárias, especialmente para refugiados climáticos. Ela projetou casas à prova de inundações para comunidades vulneráveis em Bangladesh, onde a transitoriedade é uma realidade. A arquiteta ressaltou que a ideia de permanência na arquitetura é desafiada por contextos em que a terra está em constante movimento.

O Serpentine Pavilion, que começou como uma estrutura temporária, já recebeu projetos de renomados arquitetos internacionais. O primeiro foi Zaha Hadid, que criou um espaço para um evento beneficente em dois mil. Desde então, o projeto se tornou um trampolim para talentos emergentes, com muitos ex-participantes conquistando prêmios significativos, como o Prêmio Pritzker.

Após sua desmontagem, a estrutura de Tabassum será armazenada, mas o gingko permanecerá nos jardins. A arquiteta expressou seu desejo de que a cápsula seja realocada em um local ensolarado, para que continue a proporcionar uma experiência luminosa aos visitantes.

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