Sebastião Salgado, famoso fotógrafo, faleceu em 23 de maio de 2024, aos 81 anos. Ele estava animado com novos projetos, incluindo um livro sobre indígenas e uma apresentação de fotos que acompanhariam uma sinfonia. Salgado também estava revisitando seu acervo de fotos de cinco décadas, preparando exposições e livros, como um sobre pássaros, que ele inicialmente hesitou em fazer. Ele sempre preferiu fotografar em preto e branco, acreditando que isso destacava mais as imagens. Nos últimos meses de vida, ele refletiu sobre sua carreira e os desafios que enfrentou, emocionando-se ao recordar momentos marcantes, como sua primeira exposição em La Courneuve, onde doou fotos há 45 anos. Mesmo enfrentando problemas de saúde, ele continuou ativo e envolvido em seus projetos até o fim. Salgado deixou um legado importante na fotografia e na documentação social.
Sebastião Salgado, renomado fotógrafo brasileiro, faleceu em 23 de maio de 2024, aos 81 anos, em Paris. Ele deixou um legado significativo, com projetos em andamento, incluindo um livro sobre indígenas e uma sinfonia fotográfica.
Antes de sua morte, Salgado estava entusiasmado com um novo livro que reuniria retratos de indígenas, inspirado pela obra de Edward Curtis. Além disso, ele trabalhava em uma “sinfonia fotográfica”, que apresentaria imagens do mar projetadas enquanto uma orquestra tocava a peça *La Mer*, de Claude Debussy. Essa experiência visual buscava criar uma conexão emocional com o público.
Salgado também planejava uma exposição em 2026, em Los Angeles, com fotografias da antiga União Soviética. Ele revisitou seu acervo de cinco décadas, selecionando imagens que não haviam sido utilizadas anteriormente, como as da construção do “Chunnel”, o túnel sob o Canal da Mancha.
Em março de 2024, Salgado recebeu um pedido do prefeito de La Courneuve para uma exposição de fotos que ele havia doado há quarenta anos. Esse momento o emocionou, refletindo sobre sua trajetória e os desafios enfrentados ao longo da carreira. Ele destacou a importância da fotografia como uma forma intensa de vida.
Salgado, que sempre se dedicou à fotografia em preto e branco, havia recentemente explorado novas tecnologias, incluindo o uso de drones. Ele afirmou que nunca deixaria de fotografar, pois considerava essa atividade essencial para sua vida. A sua última entrevista, em fevereiro de 2024, gerou confusão sobre uma possível aposentadoria, mas ele esclareceu que continuava ativo em novos projetos.
O fotógrafo enfrentou problemas de saúde nos últimos meses, incluindo uma forma de leucemia. Apesar das dificuldades, ele manteve um espírito vibrante e estava ansioso para a abertura da exposição de seu filho, Rodrigo, que ocorreu um dia após sua morte. A notícia de seu falecimento foi um choque para amigos e admiradores, que lembram de sua contribuição inestimável à fotografia e à arte.
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