Duas novas obras, “Mulheres viajantes” de Sónia Serrano e “Viajantes de saias” de Ludmila Souza Maia, chegam às livrarias com o objetivo de explorar as experiências de mulheres viajantes. Ambas as publicações oferecem uma visão crítica e sensível sobre as contribuições femininas na literatura de viagens. Sónia Serrano, especialista em literatura espanhola e hispano-americana, apresenta […]
Duas novas obras, “Mulheres viajantes” de Sónia Serrano e “Viajantes de saias” de Ludmila Souza Maia, chegam às livrarias com o objetivo de explorar as experiências de mulheres viajantes. Ambas as publicações oferecem uma visão crítica e sensível sobre as contribuições femininas na literatura de viagens.
Sónia Serrano, especialista em literatura espanhola e hispano-americana, apresenta em “Mulheres viajantes” perfis de mulheres que desafiaram as normas sociais ao longo da história. A autora destaca figuras como Egéria, uma viajante do século IV, e Gertrude Bell, uma historiadora e exploradora do século XX. O livro também menciona a brasileira Tamara Klink, que se destacou como viajante e escritora contemporânea.
Por sua vez, “Viajantes de saias” de Ludmila Souza Maia investiga a vida de duas mulheres do século XVIII: a brasileira Nísia Floresta e a francesa Adèle Toussaint-Samson. As autoras, embora de contextos diferentes, compartilharam a paixão por viagens e a escrita, utilizando suas experiências para criticar injustiças sociais da época, como o machismo e a escravidão.
Ambas as obras ressaltam a importância da perspectiva feminina nas narrativas de viagens, oferecendo uma alternativa às histórias tradicionalmente dominadas por vozes masculinas. Os livros não apenas ampliam o entendimento sobre as experiências de mulheres viajantes, mas também incentivam uma nova apreciação da literatura de viagens.
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