- O livro Sepultura: Chaos A.D., de Vinicius Castro (Editora Cobogó, 176 páginas), analisa o álbum de 1993, destacando a importância de Andreas Kisser.
- A formação na época era Max Cavalera, Iggor Cavalera, Andreas Kisser e Paulo Jr.; os dois últimos são os únicos a permanecer no grupo até hoje.
- Chaos A.D. ajudou a consolidar o Sepultura no cenário internacional, colocando o Brasil no centro do trabalho com influência de batidas brasileiras e metal pesado.
- O disco foi gravado no Rockfield Studio, localizado no País de Gales, famoso por receber várias bandas britânicas.
- A banda realiza uma turnê de despedida desde o ano anterior e deve realizar o último show em 2026; o livro surge para resgatar a importância da produção brasileira associada ao álbum.
O livro Sepultura: Chaos A.D. (Editora Cobogó, 176 páginas) analisa o álbum de 1993 e as influências que o cercaram, destacando a importância de Andreas Kisser para a performance e a composição. A obra, de Vinicius Castro, contextualiza a produção e o impacto do disco para a carreira da banda brasileira.
A análise aponta que, antes de Chaos A.D., o Sepultura já havia lançado cinco trabalhos e já atuava internacionalmente, com o álbum Arise (1991) abrindo portas fora do Brasil. O grupo, então formado por Max Cavalera, Iggor Cavalera, Andreas Kisser e Paulo Jr., consolidou-se ao mesclar metal com ritmos brasileiros.
A narrativa destaca que Chaos A.D. colocou o Brasil no centro do repertório, ao tratar de repressão e revolta com uma sonoridade que reuniu influências locais a uma força do metal. O registro foi gravado no Rockfield Studio, na região rural do País de Gales, e é visto como marco de internacionalização do Sepultura.
Conteúdo do livro
A obra enfatiza a centralidade de Andreas Kisser, tanto como instrumentista quanto como compositor, e reforça a importância de sua visão para o som do álbum. O texto ressalta que Chaos A.D. expandiu a audiência da banda, saindo do nicho de death e trash metal e alcançando fãs globais.
O material analisa ainda o contexto da gravação, o impacto comercial e a recepção crítica, destacando como a gravação no Rockfield Studio contribuiu para a identidade do disco. A publicação também revisita a trajetória de lançamento e das turnês que ajudaram a consolidar o Sepultura no cenário internacional.
A nota final do livro aponta que, desde o ano anterior, a banda iniciou uma turnê de despedida, com o último show previsto para 2026. O lançamento surge como momento oportuno para resgatar a importância de Chaos A.D. e de sua relação com a música brasileira.
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