- Coproduções passaram a ser regra na TV aberta brasileira, sinalizando o futuro do entretenimento.
- Como exemplo, destaca-se o retorno do programa Fábrica de Casamentos, no SBT.
- A análise é apresentada pelo Observatório da TV.
- Publicado em 3 de abril de 2026, às 10h16.
Coproduções viraram regra na TV aberta e sinalizam o caminho do entretenimento no Brasil. A tendência envolve alianças entre emissoras, produtoras independentes e plataformas para viabilizar formatos mais caros e variados, com compartilhamento de riscos e recursos.
O retorno de formatos com alto custo de produção, como reality shows e programas de relacionamento, ganha espaço em diferentes janelas da TV aberta. Em comum, há a participação de empresas independentes na fase criativa e na execução, somando expertise com distribuição.
Entre os exemplos recentes, destaca-se a volta do Fábrica de Casamentos ao SBT. A produção envolve parceria entre emissora e produtores externos, com objetivo de ampliar a oferta de conteúdo de formato doméstico no canal.
A definição de coprodução aparece como resposta a pressões de mercado, como queda de audiência em faixas tradicionais e necessidade de entregar formatos mais atrativos. A prática permite maior investimento sem sobrecarregar o orçamento da emissora.
Segundo analistas do setor, a tendência deve manter o ritmo ao longo de 2026 e 2027. Em cena, há também a busca por formatos replicáveis em diferentes mercados, reduzindo custos com adaptação local.
O Fábrica de Casamentos retorna ao SBT com mudanças no formato e na produção, mantendo o objetivo de atrair públicos variados. A parceria de agora envolve cooperação entre emissora e produtoras independentes para viabilizar novas temporadas.
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