- Erin Kellyman interpreta Anna, uma sobrevivente amnésica e grávida que acorda em uma ilha isolada durante uma pandemia.
- Helen e James aparecem como vizinhos que insinuam informações falsas, enquanto castaways infectados com rosto de crustáceo surgem e são mortos a tiros.
- O filme mistura drama doméstico com elementos de ficção científica, incluindo laboratórios clandestinos e unidades de hazmat.
- A crítica comenta a performatividade do elenco, mas aponta que a obra não consegue se consolidar como um conjunto coeso.
- Woken chega a plataformas digitais a partir de 25 de maio; o filme é a estreia de Alan Friel.
Woken review analisa o filme de ficção pós-apocalíptica que acompanha uma jovem amnésica em meio à pandemia. Erin Kellyman interpreta Anna, que acorda em uma casa isolada sem entender a gravidade da crise ao redor. A produção original de 2023 chega a plataformas digitais em 25 de maio.
A narrativa acompanha a sobrevivente e sua gravidez tumultuada, guiadas pela vizinha Helen, interpretada por Maxine Peake, e por James, vivido por Ivanno Jeremiah. O enredo revela gradualmente uma ilha que não é o paraíso que parece.
Crítica descreve a direção de Alan Friel como visualmente marcante, com ruínas, cenas internas tensas e uma atmosfera carregada de tensão. O elenco é elogiado pela atuação, especialmente Kellyman, enquanto a produção é comparada a obras britânicas como Never Let Me Go e Children of Men.
No entanto, o texto aponta que o filme não se firma totalmente: o segundo ato traz elementos de laboratórios clandestinos, equipes de hazmat e uma conspiração que parece repetida. A ambientação é discutida como similar a obras já consagradas do gênero.
A análise também destaca que a reviravolta e a fuga final soam previsíveis para alguns espectadores, contribuindo para uma impressão de que o filme não sustenta por completo sua promessa inicial. A produção divide elogios pela estética, mas recebe críticas pela coesão dramática.
Woken está disponível em plataformas digitais a partir de 25 de maio, conforme avaliação da crítica. A obra é descrita como visualmente atrativa, com atuações fortes, mas com roteiro que não converge totalmente com o conjunto apresentado. Fonte: crítica publicada pelo The Guardian.
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