Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisConflitosPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Emily Blunt explica por que recusou uso de IA em Dia D de Spielberg

Emily Blunt detalha recusa de IA em Dia D; cena perturbadora teve sons criados a partir da voz da atriz, sem IA, destacando abordagem técnica de produção

Emily Blunt explica por que recusou uso de IA em Dia D, de Steven Spielberg
0:00
Carregando...
0:00
  • Emily Blunt explicou que recusou usar IA em uma cena de Dia D, optando por criar sons reais para um trecho de cerca de quatro minutos.
  • Ela afirmou ser a única responsável pelos sons de cliques, respirações estranhas e sussurros que aparecem durante a transmissão ao vivo.
  • Os efeitos foram possíveis porque a atuação da atriz foi capturada por dois microfones, gerando um loop sonoro, que depois foi finalizado pelo designer de som.
  • A entrevista ocorreu no quadro Hot Ones, e o filme tem estreia marcada para 11 de junho.
  • A decisão da atriz contrasta com a tendência de Hollywood de recorrer à inteligência artificial, sendo destacada por veículos que elogiam a atuação de Blunt.

Emily Blunt revelou por que recusou o uso de IA em Dia D, de Steven Spielberg. O filme, previsto para 11 de junho, aborda conspirações e presságios envolvendo aliens. A cantora e atriz participa da produção como uma meteorologista cuja presença provoca momentos perturbadores. A decisão ocorre no contexto da indústria hollywoodiana, que navega entre tecnologia e criação humana.

Em participação no quadro Hot Ones, Blunt explicou os motivos para não recorrer à IA em trechos-chave. Ela afirmou ter preferido sons reais e escolhas criativas próprias para uma cena em que seu personagem emite sons bizarros durante uma transmissão ao vivo. A atriz participou ativamente da concepção sonora do momento.

Segundo ela, o trecho marcante de Dia D tem cerca de quatro minutos e envolve Margaret Fairchild, meteorologista de Kansas City, que começa a emitir sons estranhos na tela. Blunt disse que poderia ter seguido a rota da IA, mas optou por soluções tradicionais. A atuação teria sido capturada com dois microfones para criar um loop sonoro único.

O material de captura foi utilizado pelo designer de som para finalizar a cena. Assim, a participação de Blunt foi determinante para os efeitos sonoros que aparecem em tela, sem depender de Inteligência Artificial. A atriz também comentou sobre sua posição em relação à IA em outras obras.

Essa posição da atriz coincide com o clima atual de Hollywood, onde grandes estúdios começam a investir em IA para reduzir custos. A Amazon MGM Studios anunciou recentemente um Fundo de Criadores para incentivar obras que utilizem tecnologia de forma criativa, ampliando o debate sobre o tema.

Dia D já teve sessões antecipadas para a imprensa, com elogios à performance de Blunt. Críticas apontam que sua atuação ajuda a tornar a história mais envolvente, mesmo para quem não conhece a trama. Por ora, a produção continua gerando expectativa entre público e imprensa.

Contexto da produção

A-List dos efeitos sonoros e a edição da cena foram elogiados por especialistas, que destacam a construção de clima sem recorrer à IA. A escolha de Blunt, segundo analistas, reforça o papel dos atores no processo criativo. Spielberg permanece como força criativa por trás da obra.

Repercussão da indústria

O debate sobre IA na indústria segue intenso entre estúdios, atores e equipes técnicas. Enquanto alguns veem benefícios em automação e redução de custos, outros enfatizam a importância de presença humana na interpretação. Dia D surge como exemplo de posicionamento público sobre o tema.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais