Naghmeh Panahi, uma ex-muçulmana iraniana que se converteu ao cristianismo, passou por uma experiência marcante durante uma detenção no Irã. Em um interrogatório, ela desafiou ameaças de tortura e morte ao declarar sua fé em Jesus. O impacto de sua coragem foi tão profundo que um dos oficiais pediu uma Bíblia. Atualmente, Naghmeh vive nos Estados Unidos, onde se dedica a ajudar refugiados e vítimas de violência.
Nascida em uma família muçulmana, Naghmeh migrou para os EUA com seus pais e irmão. Ao ouvir o Evangelho pela primeira vez, começou a ler a Bíblia, mas sua mãe a proibiu de se converter. Após sair de casa para a faculdade, ela frequentou uma igreja e, tocada pela mensagem cristã, decidiu aceitar Jesus como seu Salvador. Motivada, Naghmeh retornou ao Irã como missionária.
Durante sua passagem pelo país, ela enfrentou a dura realidade da repressão religiosa. Ao entrar no Irã, foi questionada sobre sua religião e, temendo pela sua vida, declarou-se muçulmana. No entanto, arrependida, orou por uma nova oportunidade de testemunhar sua fé. Em uma das detenções, Naghmeh finalmente teve a chance de se afirmar como cristã, mesmo sob a ameaça de violência extrema.
A Guarda Revolucionária Islâmica, conhecida por sua brutalidade, tentou forçá-la a renunciar ao cristianismo. Naghmeh, no entanto, declarou sua fé, surpreendendo os oficiais. Durante o interrogatório, um deles se emocionou e pediu uma Bíblia, demonstrando que sua coragem havia tocado o coração do agente. Após essa experiência, Naghmeh foi libertada, um ato que ela considera um verdadeiro livramento divino.
Hoje, Naghmeh Panahi lidera um ministério nos EUA, focado em apoiar refugiados e mulheres que sofreram violência doméstica, continuando sua missão de fé e compaixão.
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