DMX, cujo nome de nascimento é Earl Simmons, foi postumamente ordenado como ministro em uma cerimônia realizada em Tarrytown, Nova York. O evento contou com a participação de cerca de 25 pessoas e ocorreu em uma igreja episcopal local, sob a condução de um bispo convidado.
A cerimônia mobilizou integrantes da comunidade e familiares. Eunice Yu’nique Gantt, que conheceu DMX na década de 1990, participou da celebração e fez reflexões sobre a vida e a fé do artista. A edição contou com relatos de fé e superação.
A cerimônia ocorreu em um contexto de controvérsia. A família de DMX e a gestão de seu legado criticaram críticas sobre o timing e a legitimidade da ordenação, destacando que o evento não era sancionado pela instituição administrativa da família.
Contexto da cerimônia
Diversos participantes enfatizaram a dimensão espiritual de DMX, citando suas músicas como suporte para pessoas que enfrentam depressão. A própria Gantt relatou que letras como Slippin ajudaram a enfrentar dilemas pessoais.
Reações e desdobramentos
A Estate de DMX divulgou um comunicado repudiando a participação de instituições associadas sem autorização. A Foster Memorial A.M.E. Zion Church acabou por desistir da organização do evento diante da repercussão.
Quem esteve envolvido
O pastor Osiris Imhotep conduziu a cerimônia, com apoio de emissários da organização Gospel Cultural Center. O cunhado de DMX, Ray Copeland, atuou como interlocutor junto à família e à equipe do artista.
Dito pelos envolvidos
Imhotep afirmou que a escolha de DMX para o ministério se pautava no desejo de apresentar mensagens de fé e redenção. Copeland reforçou que a motivação foi manter vivo o legado do artista, sem foco financeiro.
Conclusões operacionais
Segundo relatos, não houve coleta de ofertas nem transações financeiras vinculadas ao evento. A equipe envolvida afirma que a motivação é preservar a memória de DMX e sua influência espiritual.
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