Um texto publicitário? Não. Trata-se de um relato pessoal de Mari Mendes sobre o medo da rejeição na carreira de escritora cristã e como esse medo foi superado ao longo dos anos. O artigo descreve a trajetória, as dificuldades e a percepção de que o não não define a identidade criativa.
A autora explica que demorou a entender o mercado editorial, precisou buscar contatos e enfrentou dúvidas sobre o próprio talento. O receio de ser recusada quase a fez abandonar o sonho de publicar. Mesmo assim, manteve a escrita como propósito e vocação.
Anos depois, Mari teve a oportunidade de apresentar o livro a uma grande editora, ainda sem retorno imediato. Em meio ao silêncio, recebeu dois presentes: uma mensagem encorajadora de quem leu a proposta e uma convicção interna de seguir escrevendo para alcançar pessoas com a sua obra.
O que mudou
Segundo o relato, a resposta recebida não veio em forma de aprovação, mas de estímulo: continue escrevendo, porque o que escrevo vem do Senhor e pode tocar pessoas. A autora manteve a fé e seguiu produzindo, mesmo diante da ausência de retorno. A missão de escrever, afirma, é para a glória de Deus.
Com o tempo, Mari destacou que o sucesso não depende da validação externa. Ao contrário, a percepção de que o não não define ocorreu quando ela manteve o alinhamento com a sua fé e a vocação para a escrita. O foco passou a ser o impacto do trabalho, não os aplausos.
Sobre a autora
Mari Mendes é escritora de ficção cristã, mãe e esposa, com três livros lançados. A autora enfatiza que a identidade não vem das respostas do mercado, mas do propósito divino que orienta cada projeto. O relato reforça a ideia de que o caminho pode exigir anonimato.
O conteúdo é uma colaboração voluntária, sem representação do Portal Guiame, que não compartilha necessariamente a opinião da autora. O artigo anterior recomendado aborda outro tema da colunista.
Conteúdo produzido para o Portal Guiame com base no relato de Mari Mendes.
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