Mai, iraquiana criada em uma cultura rígida, sofreu abusos do pai desde a infância. Em 2009, a família mudou para Nova York, onde o comportamento violento dele piorou. A jovem viveu sob controle e violência física e psicológica, mantendo segredo da maioria das pessoas.
Ela relatou que o pai dizia agir em nome de uma suposta justiça divina, o que deixou Mai sem autoestima e sem acreditar que pudesse ser amada. O corte de cabelo forçado com uma faca foi um marco de violência física observado pela família.
Uma colega alertou sobre a gravidade da situação, e Mai decidiu fugir para a casa da avó. Ela buscou abrigo, começou a trabalhar para se sustentar e estudar, mas enfrentou uma profunda solidão e dúvidas sobre o futuro.
Ao buscar respostas sobre a vida, Mai enfrentou dúvidas sobre a existência de Deus. A convivência com o cristão Kirk mudou esse cenário, ao apresentar o Evangelho e o amor de Deus, segundo a narrativa.
Com o tempo, Mai passou a frequentar a igreja com Kirk e estudou a Bíblia. Ela viu na bondade divina a força para transformar a sua percepção sobre a fé e a vida.
A transformação ganhou contornos práticos quando Mai decidiu entregar a vida a Jesus e foi batizada. Ela também decidiu perdoar o pai para romper com o ciclo de violência, buscando uma relação mais saudável com os filhos.
Hoje, Mai afirma que a opção pela mudança foi crucial para sua vida. Ela diz ter encontrado força em Deus para se afastar do lar abusivo e, assim, construir uma nova vida com amor, alegria e paz. Fonte: CBN News.
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