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Meu maior arrependimento em décadas de ministério

Pastor com mais de cinquenta anos de ministério admite ter negligenciado a família, aprendendo que a primeira missão é cuidar de esposa e filhos

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Um pastor com mais de 50 anos de ministério afirma que o maior arrependimento de sua vida foi não cuidar da família. Ele é casado há 50 anos, tem três filhos e cinco netos. Ao longo de sua carreira, atuou como pastor sênior por mais de quatro décadas.

Ele admite ter amado a família e tentado ser um bom marido e pai, mas reconhece erros. Em vez de priorizar a família, passou longos períodos voltado ao serviço religioso e à construção do Reino, achando que fazia o certo.

Aos poucos percebeu que o ministério é importante, porém não pode superar a família. Reforça que a família é a primeira missão e que deveria ter dedicado mais tempo, diálogo e afeto.

O que mudaria

Se pudesse recomeçar, colocaria a família no topo das prioridades. Passaria mais tempo com eles, com qualidade e significância, buscando entender, apoiar, orar e amar sem condições.

Afirmou a intenção de ser mais intencional nas relações com esposa e filhos. Planeja incentivar contatos, encorajamento, oração e amor incondicional.

Apelo aos líderes religiosos

O relato busca orientar pastores e líderes de igreja a não negligenciarem a própria família. Segundo ele, a família é o maior presente e a maior responsabilidade durante a vida ministerial.

Lembra que, ao final, a família estará ao lado do fiel quando o ministério se encerrar. O objetivo é manter o foco na condução afetiva e no cuidado contínuo com os familiares.

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