- A Justiça de Goiás concedeu a guarda provisória de Léo ao pai, Murilo Huff, após alegações de negligência e alienação parental por parte da avó, Ruth Moreira.
- A defesa de Ruth contestou a decisão, afirmando que ela sempre cuidou da saúde do neto, que é diabético, e que não houve provas concretas para a mudança na guarda.
- Murilo alegou ter feito “descobertas” que justificaram seu pedido de guarda total, mas afirmou que não deseja afastar Léo da avó.
- A decisão judicial permite que Ruth visite o neto em fins de semana alternados e feriados.
- A disputa pela guarda envolve questões emocionais e patrimoniais, com a defesa de Ruth planejando recorrer da decisão.
A disputa pela guarda de Léo, filho da falecida cantora Marília Mendonça, ganhou novos contornos após a Justiça de Goiás conceder a guarda provisória ao pai, Murilo Huff. A decisão, proferida na 2ª Vara de Família, ocorreu em meio a alegações de negligência e alienação parental por parte de Dona Ruth, avó materna do menino.
A defesa de Ruth Moreira, mãe de Marília, contestou a decisão, afirmando que a avó sempre cuidou da saúde do neto, que é diabético. O advogado Robson Cunha destacou que a decisão judicial desconsiderou o histórico de convivência e carinho entre avó e neto, além de não ter sido baseada em provas concretas. A nota jurídica ressalta que a mudança na guarda foi feita sem a devida instrução probatória.
Murilo, por sua vez, alegou ter feito “descobertas” que o abalaram e que justificaram seu pedido de guarda total. Ele afirmou que não deseja afastar Léo da convivência com Dona Ruth, mas que a situação exigia uma mudança. A decisão judicial também permitiu que a avó visite o neto em fins de semana alternados e feriados.
Conflitos e Tensão Familiar
A relação entre Murilo e Dona Ruth se deteriorou após a morte de Marília, com a convivência harmônica que justificava a guarda compartilhada se transformando em um ambiente de conflitos. O juiz ressaltou que a tentativa de alienar Léo de seu pai poderia ter consequências emocionais severas para a criança.
Dona Ruth, em resposta, afirmou que sempre cuidou bem de Léo e que o patrimônio do menino, estimado em cerca de R$ 500 milhões, está protegido. A defesa de Ruth planeja recorrer da decisão, prometendo apresentar novas provas que possam reverter o quadro atual.
A disputa pela guarda de Léo não apenas envolve questões emocionais, mas também patrimoniais, refletindo a complexidade da situação familiar. Enquanto isso, a batalha judicial continua, com ambos os lados buscando garantir o melhor para a criança.
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