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Igreja investiga venda ilegal de relíquias de Carlo Acutis antes de sua canonização

- A Igreja Católica investiga a venda ilegal de relíquias de Carlo Acutis. - Um vendedor anônimo leiloou mechas de cabelo por € 2 mil, causando polêmica. - A Diocese de Assisi pediu confisco das relíquias, considerando a venda um pecado. - Acutis, que morreu em 2006, será canonizado em abril de 2024 no Vaticano. - Relíquias são sagradas e devem ser tratadas com respeito, não comercializadas.

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A Igreja Católica está investigando a venda online de relíquias do jovem santo Carlo Acutis, que será canonizado em abril de 2024. A Diocese de Assisi recebeu denúncias sobre um vendedor anônimo que leiloava supostas mechas de cabelo do santo por preços que chegavam a dois mil euros (cerca de R$ 2,2 mil). A venda de relíquias é estritamente proibida pela Igreja, sendo considerada um ato desrespeitoso.

O padre Enzo Fortunato, responsável pelo comitê do Dia Mundial da Criança do Vaticano, afirmou que “cada tipo de comércio sobre a fé é um pecado”. O bispo Domenico Sorrentino pediu a confiscação dos itens e destacou que, se fraudulentos, esses leilões ofendem a crença religiosa. Acutis, que faleceu em 2006, é conhecido por sua devoção à Eucaristia e por ter criado uma exposição online sobre milagres eucarísticos.

O corpo de Acutis, que foi exumado e preservado para exibição, atraiu cerca de um milhão de peregrinos a Assisi no último ano. O bispo Sorrentino explicou que as relíquias são fragmentos do corpo que simbolizam a proximidade de Deus. Ele também mencionou que a primeira milagrosa atribuição a Acutis ocorreu após uma oração com uma relíquia, resultando na cura de um menino no Brasil.

A venda de relíquias online gerou reações negativas entre clérigos e peregrinos, que consideram isso uma “grande tragédia”. Muitos veem as relíquias como oportunidades de oração e inspiração, expressando preocupação com a comercialização indevida desses itens sagrados. A canonização de Acutis está prevista para ocorrer em uma missa na Basílica de São Pedro, em Roma, no dia 27 de abril.

A Igreja Católica iniciou uma investigação sobre a venda online de relíquias do jovem santo Carlo Acutis, que será canonizado em abril de 2024. A Diocese de Assisi recebeu denúncias de um vendedor anônimo que leiloava supostas mechas de cabelo do santo por preços que chegavam a 2 mil euros (cerca de R$ 2,2 mil). A venda de relíquias é estritamente proibida pela Igreja, sendo considerada um ato desrespeitoso.

O padre Enzo Fortunato, responsável pelo comitê do Dia Mundial da Criança do Vaticano, afirmou que “cada tipo de comércio sobre a fé é um pecado”. O bispo Domenico Sorrentino solicitou a confiscação dos itens e destacou que, se fraudulentos, esses leilões ofendem a crença religiosa. Acutis, que faleceu em 2006, é conhecido por sua devoção à Eucaristia e por ter criado uma exposição online sobre milagres eucarísticos.

O corpo de Acutis, que foi exumado e preservado para exibição, atraiu cerca de um milhão de peregrinos a Assisi no último ano. O bispo Sorrentino explicou que as relíquias são fragmentos do corpo que simbolizam a proximidade de Deus. Ele também mencionou que a primeira milagrosa atribuição a Acutis ocorreu após uma oração com uma relíquia, resultando na cura de um menino no Brasil.

A venda de relíquias online gerou reações negativas entre clérigos e peregrinos, que consideram isso uma “grande tragédia”. Muitos veem as relíquias como oportunidades de oração e inspiração, e expressaram sua preocupação com a comercialização indevida desses itens sagrados. A canonização de Acutis está prevista para ocorrer em uma missa na Basílica de São Pedro, em Roma, no dia 27 de abril.

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