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Jovens Com uma Missão enfrenta graves acusações de abuso espiritual e controle coercitivo

- JOCUM enfrenta alegações de abuso espiritual e controle coercitivo. - Ex-membros relatam humilhações e rituais para "curar" homossexualidade. - A organização, fundada em 1960, opera em 180 países com 25 mil missionários. - Em resposta, JOCUM Inglaterra lamenta danos e implementa novas políticas. - Medidas incluem revisão de proteção e treinamento obrigatório para a equipe.

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A organização Jovens Com uma Missão (JOCUM) está enfrentando sérias acusações de abuso espiritual e comportamento controlador. Uma investigação do The Observer revelou que ex-membros relataram experiências de humilhação pública e rituais coercitivos, como sessões forçadas para “curar” a homossexualidade. As denúncias abrangem um período de duas décadas, com relatos de punições severas por comportamentos considerados pecaminosos.

Fundada em mil novecentos e sessenta pelo evangelista Loren Cunningham, a JOCUM atua em cento e oitenta países e envia cerca de vinte e cinco mil missionários anualmente. A organização possui bases significativas nos Estados Unidos, Austrália, Suíça e Reino Unido, onde é registrada como instituição de caridade. Em resposta às alegações, a JOCUM Inglaterra emitiu uma declaração lamentando os danos e condenando práticas coercitivas.

A declaração destacou que a confissão deve ser voluntária e respeitosa, repudiando qualquer prática que cause vergonha ou pressão sobre os indivíduos. Além disso, a JOCUM Inglaterra anunciou medidas para melhorar a proteção e a governança, incluindo a designação de líderes de proteção em cada base e a implementação de políticas mais rigorosas.

A organização se comprometeu a ouvir os relatos de membros atuais e antigos, reconhecendo que suas experiências são fundamentais para informar as mudanças necessárias. A JOCUM busca garantir um ambiente seguro e respeitoso para todos os seus integrantes, reafirmando seu compromisso com a proteção e o dever de cuidado.

A organização Jovens Com uma Missão (JOCUM) enfrenta sérias alegações de abuso espiritual e comportamento controlador. Uma investigação do The Observer revelou relatos de ex-membros que descrevem experiências de humilhação pública e rituais coercitivos, como sessões forçadas para “curar” a homossexualidade. As denúncias abrangem um período de duas décadas, com relatos de punições severas por comportamentos considerados pecaminosos.

Fundada em mil novecentos e sessenta pelo evangelista Loren Cunningham, a JOCUM opera em cento e oitenta países e envia cerca de vinte e cinco mil missionários anualmente. A organização possui bases significativas nos Estados Unidos, Austrália, Suíça e Reino Unido, onde é registrada como instituição de caridade. Em resposta às alegações, a JOCUM Inglaterra emitiu uma declaração lamentando os danos e condenando práticas coercitivas.

A declaração enfatizou que a confissão deve ser voluntária e respeitosa, repudiando qualquer prática que cause vergonha ou pressão sobre os indivíduos. A JOCUM Inglaterra também anunciou medidas para melhorar a proteção e a governança, incluindo a designação de líderes de proteção em cada base e a implementação de políticas mais rigorosas.

A organização se comprometeu a ouvir os relatos de membros atuais e antigos, reconhecendo que suas experiências são fundamentais para informar as mudanças necessárias. A JOCUM busca garantir um ambiente seguro e respeitoso para todos os seus integrantes, reafirmando seu compromisso com a proteção e o dever de cuidado.

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